7.8.18

Lo que no iba a pasar..., ha pasado (Pe. José Luis Aberasturi)


4.8.18

Pope’s change to Catechism is not just a prudential judgment, but a rejection of dogma

A opinião expressa no post anterior confirmada por alguėmque 'tem estudos' e um cérebro em pleno funcionamento.

3.8.18

Bergoglio altera o Catecismo: "in the light of the Gospel, the death penalty is inadmissible"


Se um determinado acto é "inadmissível" - i.e. não é admíssivel -, então não existe intenção ou circunstâncias que o possam justificar.

Logo, se um determinado acto é "inadmissível", se-lo-á em virtude do seu objecto.

Mas se uma acção é "inadmissivel" em virtude do seu objecto, esta acção é intrisecamente perversa.

Portanto, ensina Jorge Bergoglio, a pena de morte é intrinsecamente perversa e, mais, é intrinsecamente perversa "à luz do Evangelho".


Mas:

  • A Igreja ensinou durante cerca de 2.000 anos que a pena de morte poderia ser imposta pelas autoridades púlicas quando não existisse outra pena que garantisse o bem comum. Ou seja, a autoridade pública poderia impor a pena de morte em defesa da sociedade sobre a qual exerce a sua autoridade. E como toda a autoridade vem de Deus, a autoridade pública impõe a pena de morte legitimamente e em nome de Deus.

    Se a pena de morte é inaceitável à luz do Evangelho, como ensina Bergoglio, a Igreja ensinou que um acto intrinsecamente perverso e contrário ao Evangelho era virtuoso.

    Se tal acontecesse a Igreja não seria nem Santa, nem indefectível.

  • As justificações apresentadas para esta evolução doutrinal revelam um entedimento modernista do que é a doutrina, o magistério pontifício e o desenvolvimento doutrinal.

    Se este entendimento do que é a doutrina, o magistério pontifício e o desenvolvimento doutrinal fossem verdadeiros, pelo menos o concílio vaticano I e o Papa S. Pio X teriam ensinado a heresia.

  • A "rigidez" doutrinal agora demonstrada por Bergoglio em relação à pena de morte contrasta com a flexibilidade demonstrada no caso do adultério, sendo que este sim, é intrisecamente perverso.

    Por que razão é que não é aplicada no caso da pena de morte o "protocolo" da Amoris Laetitia: discernimento caso-a-caso das circusntâncias específicas de cada um; decisão pessoal tomada em consciência?

    Por outro lado, porque razão é que Bergoglio alterou o Catecismo no caso da pena de morte e não alterou o Catecismo no caso da comunhão para adúlteros praticantes?

    Tudo neste pontificado (?) parece ser regido pela baixa política e pelo busca da popularidade a todo o custo. Quem conduz os destinos da Igreja aqui na terra simplesmente não acredita.

  • Por falar em política, onde está neste caso a sinodalidade e a descentralização tão apregoadas por Bergoglio? Foram os bispos de todo o mundo consultados sobre esta mudança de doutrina?

    (Não que eu tenha grande confiança nos bispos. Aponto apenas as incoerências do Papa ditador e déspota).

    E se, à semelhaça das dioceses alemãs, alguma diocese americana fizer publicar directrizes pastorais autorizando a pena de morte em algumas circuntâncias - e citando liberalmente a Amoris Laetitia -, o que fará Bergoglio?

  • Se a Igreja se deve empenhar nas campanhas pela abolição da pena de morte, porque razão é que Bergoglio nunca disse o mesmo em relação ao aborto e ao "casamento" entre sodomitas? Aliás, Bergoglio tem primado pelo seu silência no caso de leis e referendos sobre estas matérias.
Quanto à "coincidência" do anúncio desta medida ter surgido exactamente na altura em que rebentou o escândalo da infiltração homossexual na Igreja, que envolve membros do alto clero Bergoglista, alguns dizem: "Ah, o documento é de Maio, data anterior ao caso McCarrick". Pois sim, mas a data de divulgação foi 2 de Agosto e, por outro lado, quem está disposto a alterar a doutrina da Igreja teria algum escrúpulo em alterar a data de um documento?

Devo no entanto reconhecer que, do ponto de vista táctico, esta jogada é brilhante. A abolição da pena de morte é uma causa liberal e politicamente correcta e, portanto, os nossos prelados não se atreverão a abrir a boca (que de qualquer forma já só se abria para cantar os louvores do bergoglianismo e do liberalismo reinante). É claro que que a aceitação tácita da alteração do catecismo e da substituição de um preceito pelo seu contrário servirá daqui a uns meses (dias?) de precedente para justificar a alteração da doutrina sobre a guerra justa, a homossexualidade, a contracepção... e o mais que se verá. Nessa altura já não haverá nada a fazer.

A única vantagem disto tudo é que o Papa, depois de ter dado filet mignon aos modernistas, se lembre agora de atirar uma cenourita aos católicos [Whishful thinking]. Ou talvez não, visto que a máscara já caiu e a resistência foi completamente dominada.


À laia de conclusão:

Ab homine iniquo et doloso erue me.



P.S.1 Mesmo que eu esteja enganado e exista uma forma de compatibilizar aquilo que Bergoglio ensina com a doutrina da Igreja, a opinião pública e publicada está unanimemente a interpretar esta mudança nos termos acima indicados. Não se justificaria uma correcção pública? Claro que sim. Onde é que está a correcção?

P.S.2
Fase 1: não há mudança, não há mudança, não há mudança.
Fase 2: existe uma forma de compatibilizar as palavras do Papa com a doutrina da Igreja.
Fase 3: mudou e ainda bem. As doutrinas da Igreja mudam.

3.7.18

29.6.18

27.6.18

German Bishops Publish Intercommunion Handout with a Rhetorical Trick

"The 25 May letter of the Congregation for the Doctrine of the Faith (CDF) is also mentioned as an “interpretative frame” for this handout. That letter, signed by the CDF Prefect Archbishop Luis Ladaria, told the German bishops, however, not to publish their intercommunion handout. After that letter, Cardinal Marx met with Pope Francis (during his visit for the 11-13 June C9 Council meeting) and was evidently able to convince him to approve of the handout after all – or at least of the compromise in its method of promulgation.

According to a note that the German bishops published today and which is written and signed by Cardinal Marx and then also signed by Pope Francis, the two agreed, on 12 June, first that the 25 May CDF letter “gives some recommendations,” but “does not give instructions” to the German bishops. The text also states that “the Holy Father does not wish that the text appears as a text of the bishops’ conference, because it relates to a dimension of the Universal Church.” The text shall be an “orientation guide” for bishops who “wish in their diocese to work out criteria in accord with can. 844 CIC.” Third, the Pope and the cardinal say that the Roman dicasteries will continue to work on this topic, as well, thereby also looking at the experiences of other bishops’ conferences. Finally, the note states that, “since the text of the German bishops’ conference shall be an orientation guide for individual bishops, it may also be made public for the use of the bishops.”