11.11.17

Bishop Bernard Fellay – Fatima and the Current State of the Church



Na Igreja grassa a confusão diabólica?

A auto-demolição em curso é promovida por aqueles que tinham o dever de nos confirmar na fé?

Os "bons" calam-se?

Mas temos Fátima que é catecismo para os nossos tempos: Estado de Graça, oração, penitência, sacrifício ... e conservar o dogma da fé.


8.10.17

24.9.17

Uma correção filial das heresias propagadas pelo Papa Francisco (2): as 7 heresias do Papa Francisco

[Site oficial]

"Através destas palavras, atos e omissões, bem como das passagens acima mencionadas do documento Amoris laetitia, Sua Santidade apoiou, direta ou indiretamente, e propagou dentro da Igreja, com um grau de consciência que não procuramos julgar, tanto por ofício público como por ato privado, as seguintes proposições falsas e heréticas:

  1. “Uma pessoa justificada não tem a força, com a graça de Deus, para cumprir as exigências objetivas da lei divina, como se a observância de qualquer um dos mandamentos de Deus fosse impossível aos justificados; ou como significando que a graça de Deus, quando produz a justificação do indivíduo, não produz invariavelmente e por sua própria natureza, a conversão de todo pecado grave, ou não é suficiente para a conversão de todo pecado grave.”

  2. “Os católicos que obtiveram um divórcio civil do cônjuge com o qual estão validamente casados e contraíram um matrimónio civil com alguma outra pessoa durante a vida de seu cônjuge, e que vivem more uxore com seu parceiro civil, e que escolhem permanecer nesse estado com pleno conhecimento da natureza de seu ato e com pleno consentimento do ato pela vontade, não estão necessariamente em estado de pecado mortal e podem receber a graça santificante e crescer na caridade.”

  3. “Um fiel católico pode ter pleno conhecimento de uma lei divina e voluntariamente escolher viola-la, mas não estar em estado de pecado mortal como resultado desse ato.”

  4. “Uma pessoa que obedece uma proibição divina pode pecar contra Deus por causa desse ato de obediência.”

  5. “A consciência pode reconhecer que atos sexuais entre pessoas que contraíram um casamento civil, mesmo que uma delas esteja casada sacramentalmente com outra pessoa, podem às vezes ser moralmente lícitos, ou sugeridos ou até mandados por Deus.”

  6. “Os princípios e as verdades morais contidos na revelação divina e na lei natural não incluem proibições negativas que proscrevem absolutamente certos tipos de atos, na medida em que eles são gravemente ilícitos em razão de seu objeto”

  7. “Nosso Senhor Jesus Cristo quer que a Igreja abandone sua disciplina perene de negar a Eucaristia aos divorciados recasados, e de negar a absolvição aos divorciados recasados que não expressem nenhuma contrição por seu estado de vida e o propósito firme de emenda nesse particular.”

Uma correção filial das heresias propagadas pelo Papa Francisco

RESUMO DA “CORRECTIO FILIALIS”:
"Uma carta de vinte e cinco páginas, assinada por 40 clérigos católicos e acadêmicos leigos, foi enviada ao Papa Francisco no dia 11 de agosto último. Como até o momento o Santo Padre não deu qualquer resposta, o documento é tornado público hoje, 24 de setembro de 2017, Festa de Nossa Senhora das Mercês e da Virgem de Walsingham (Norfolk, Inglaterra, 1061).

Com o título latino“Correctiofilialis de haeresibuspropagagatis” (literalmente, “Uma correção filial em relação à propagação de heresias”), a carta ainda está aberta à adesão de novos signatários, já tendo sido firmada até o momento por 62 clérigos e acadêmicos de 20 países, representando também outros que não carecem da liberdade de expressão necessária.

Nela se afirma que o Papa, através de sua Exortação apostólica Amoris laetitia, bem como de outras palavras, atos e omissões a ela relacionados, manteve sete posições heréticas referentes ao casamento, à vida moral e à recepção dos sacramentos,resultando na difusão das mesmas no interior da Igreja Católica. Essas sete heresias são expostas pelos signatários em latim, a língua oficial da Igreja.

Esta carta de correção contém três partes principais. Na primeira, os signatários explicam a razão pela qual lhes assiste, como fiéis católicos praticantes, o direito e o dever de emitir tal correção ao Sumo Pontífice. –– Porque a lei da Igreja exige das pessoas competentes que elasrompam o silêncio ao verem que os pastores estão desviando o seu rebanho. Isso não implica nenhum conflito com o dogma católico da infalibilidade papal, porquanto a Igreja ensina que, para que as declarações de um Papa possam ser consideradas infalíveis, ele deve antes observar critérios muito estritos.

O Papa Francisco não observou esses critérios. Não declarou que essas posições heréticas constituem ensinamentos definitivos da Igreja, nem afirmou que os católicos devem acreditar nelas com o assentimento próprio da fé. A Igreja ensina que nenhum Papa pode declarar que Deus lhe revelou qualquer nova verdade nas quais os católicos deveriam acreditar.

A segunda parte da carta é fundamental, uma vez que contém a própria “correção”. Nela se enumeram as passagens em que Amoris laetitia insinua ou encoraja posições heréticas, e depois as palavras, atos e omissões do Papa Francisco que mostram, além de qualquer dúvida razoável, que ele deseja que os católicos interpretem essas passagens de uma maneira que é, de fato, herética. Em particular, o Pontífice apoiou direta ou indiretamente a crença de que a obediência à Lei de Deus pode ser impossível ou indesejável e que a Igreja deve às vezes aceitar o adultério como um comportamento compatível com a vida de um católico praticante.

A última parte, chamada “Nota de Esclarecimento”, discute duas causas desta crise singular. Uma delas é o “Modernismo”. Teologicamente falando, o Modernismo é a crença de que Deus não dotou a Igreja com verdades definitivas, as quais Ela deve continuar a ensinar exatamente do mesmo modo até o fim dos tempos. Os modernistas afirmam que Deus se comunica apenas com as experiências humanas sobre as quais os homens podem refletir, de modo a fazerem asserções diferentes sobre Deus, a vida e a religião; mas essas declarações são apenas provisórias, e nunca dogmas imutáveis. O Modernismo foi condenado pelo Papa São Pio X no início do século XX, mas renasceu em meados desse século. A grande e contínua confusão causada pelo Modernismo na Igreja Católica obriga os signatários a descrever o verdadeiro significado de “fé”, “heresia”, “revelação” e “magistério”.

Uma segunda causa da crise é a aparente influência das ideias de Martinho Lutero sobre o Papa Francisco. A carta mostra como Lutero, fundador do protestantismo, teve ideias sobre o casamento, o divórcio, o perdão e a lei divina que correspondem às que o Papa promoveu através de suas palavras, atos e omissões. A Correctio filialis também destaca os elogios explícitos e sem precedentes que o Papa Francisco fez do heresiarca alemão.

Os signatários não se aventuram a julgar o grau de consciência com que o Papa Francisco propagou as sete heresias que enumeram,mas insistem respeitosamente para que condene tais heresias, as quais ele sustentou direta ou indiretamente.

Os signatários professam sua lealdade à Santa Igreja Católica, assegurando ao Papa suas orações e solicitando-lhe a Bênção apostólica."

24.8.17

Pode-se ir à Missa à Estrada de Chelas?

Ao longo dos anos, fiéis de todo o mundo têm questionado a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei (PCED) e (pelo menos num caso) os tribunais da Santa Sé sobre a participação nas missas celebradas pelos sacerdotes da Fraternidade Sacerdotal S. Pio X (FSSPX), conhecidos por "lefebvristas".

As respostas nem sempre têm sido muito coerentes, facto que poderá estar relacionado com as circunstâncias concretas dos autores das dubia ou com o estado das relações entre a Santa Sé e a FSSPX em cada momento.

Apresentam-se de seguida as respostas às principais questões colocadas (as respostas mais recentes são apresentadas primeiro):
  1. Participar nestas missas é um ato cismático?

    [Carta de 27/10/1998] A participação na Missa nas capelas da FSSPX não constitui em si mesmo uma "adesão formal a um cisma". Com o passar do tempo, o fiel pode vir a assumir uma mentalidade cismática, separando-se do magistério papal e de toda a Igreja Católica.

    [Carta de 29/09/1995] A participação na "missa e nos sacramentos" nas capelas da FSSPX não constitui "aderência formal a um cisma". Com o passar do tempo, o fiel pode vir a assumir uma mentalidade cismática.

  2. Pode ser causa de excomunhão?

    [Carta de 05/09/2005] Os fiéis que participam nas missas da Fraternidade não se encontram excomungados.

    [Carta de 29/09/1995] De acordo com a sentença pronunciado no "caso Hawaiano", o Bispo de Honolulu não tinha fundamentos para excomungar as pessoas envolvidas. Como se poderá ler aqui, estas pessoas financiaram a construção de uma capela, promoveram a realização de missas e do sacramento do crisma, para além de participarem nas referidas celebrações.

  3. É pecado?

    [Carta de 28/03/2012] Não, a não ser que o Católico pretenda que a Missa em questão substitua o preceito dominical (a este propósito ver ponto seguinte).

    [Carta de 18/01/2003] Depende da intenção. Se a principal razão para participar nestas missas fosse manifestar o desejo de se separar da comunhão com o Romano Pontífice e com aqueles em comunhão com ele, seria pecado. Se a intenção fosse simplesmente participar na Missa de acordo com o Missal de 1962 por motivo de devoção, isso não constituiria pecado.

    [Carta de 29/09/1995] É considerado moralmente ilícito participar nestas missas a não ser que os fiéis estejam fisicamente ou moralmente impedidos de participar numa Missa celebrada por um Sacerdote Católico que disponha das necessárias licenças (cf. CIC 844.2). O facto de não existirem outras missas "tridentinas" não é motivo suficiente para justificar a participação nestas missas.

  4. Permite cumprir o preceito dominical?

    [Carta de 06/11/2012] A PCED não responde directamente à questão.

    [Carta de 28/03/2012] Não.

    [Carta de 18/01/2003] Em sentido estrito, assistir a uma missa celebrada por um sacerdote da FSSPX permite cumprir o preceito dominical.
Apesar de algumas incoerências, nomeadamente no que respeita às questões 3 e 4, deve-se sublinhar que a PCED tem consistentemente desencorajado a participação nas celebrações promovidas pela FSSPX, referindo que: (1) os Sacerdotes da Fraternidade foram validamente ordenados mas encontram-se suspensos (i.e. proibidos de celebrar os sacramentos) pelo facto de terem sido ordenados ilicitamente e não se encontrarem devidamente incardinados; (2) as missas são válidas mas ilícitas (i.e. celebradas sem as necessárias autorizações do ordinário do local).

Apesar disto, o Papa Francisco concedeu recentemente aos sacerdotes da FSSPX faculdades para confessar (Vd. Misericordia et Misera) e receber o consentimento dos noivos em determinadas circunstâncias (ver Carta da Congregação para a Doutrina da Fé sobre esta matéria). Ou seja, nestes casos os sacramentos são válidos E lícitos.

Aos argumentos apresentados pela Santa Sé, a Fraternidade responde que actua ao abrigo do estado de necessidade  em defesa da Fé (ver aqui), e que os seus sacerdotes celebram os sacramentos sob uma jurisdição de 'suplência' (ver aqui). Para não ficar atrás da Santa Sé, a Fraternidade também desencoraja a participação nas missas diocesanas...

1.8.17

Uma "excomunhão" para Galat?

Hoje em dia, os hierarcas tudo toleram e premeiam com o seu silêncio (quando não com o seu acordo): sacrilégio eucarístico, adultério, sodomia, eutanásia, aborto, ... universalismo, indiferentismo, ... modernismo.

Tudo?

Tudo, não.

É proibido acreditar naquilo que a Igreja sempre ensinou.

A "liberdade das consciências", o "discernimento", o "diálogo", a "cultura do encontro", a "misericórdia" têm limites.

Galat ousou criticar os "dogmas" bergoglianos, pôs-se a jeito e foi imediatamente "misericordiado":

É pena que não tenha sido utilizado o mesmo critério entre os anos de 1978 e 2013.

Ter-se-iam evitado muitam chatices (e o atual pontificado).

21.6.17

The Church and the anti-church (3): life in the occupied Church

In summary, the anti-church grew and the hierarchy failed to contain the damage.

The infection spread and, one fine evening AD MMXIII, "the whole world groaned and marvelled to find itself" modernist.

Thankfully, St. Augustine layed out a survival plan for stranded catholics:
Aug., Cont. Ep. Parm., iii. 2: "... when the same infection has spread to a large number at once, nothing remains but sorrow and groans. Therefore let a man gently reprove whatever is in his power; what is not in let him bear with patience, and mourn over with affection, until He from above shall correct and heal, and let him defer till harvest-time to root out the tares and winnow the chaff. But the multitude of the unrighteous is to be struck at with a general reproof, whenever there is opportunity of saying aught among the people; and above all when any scourge of the Lord from above gives opportunity, when they feel that they are scourged for their deserts; for then the calamity of the hearers opens their ears submissively to the words of their reprover, seeing the heart in affliction is ever more prone to the groans of confession than to the murmurs of resistance.

And even when no tribulation lays upon them, should occasion serve, a word of reproof is usefully spent upon the multitude; for when separated it is wont to be fierce, when in a body it is wont to mourn.them into bundles to burn.

SILENCE IS NOT AN OPTION

20.6.17

The Church and the anti-church (2): dealing with the tares before judgement day

In the previous post we chronicled the rise of the anti-church using the parable of the wheat and the tares and comments of the doctors of the church on same collected by St. Thomas Aquinas in the Catena Aurea.

Interestlingly, the distiguished commentators were not very partial to dialogue and encounter with our in-house heretics:

Don't kill the heretics...

Chrys.: This the Lord spake to forbid any putting to death. For we ought not to kill an heretic, seeing that so a neverending war would be introduced into the world; and therefore He says, “Lest ye root out with them the wheat also;

Jerome... room for repentance is left, and we are warned that we should not hastily cut off a brother, since one who is today corrupted with an erroneous dogma, may grow wiser tomorrow, and begin to defend the truth...

Aug., Quaest. in Matt., q. 12: ... [and] because good while yet weak, have need in some things of being mixed up with bad, either that they may be proved by their means, or that by comparison with them they may be greatly stimulated and drawn to a better course.


... but limit their freedom of speech, break their synods and anathematize them.

Chrys.: Hereby He does not indeed forbid all restraint upon heretics, that their freedom of speech should be cut off, that their synods and their confessions should be broken up—but only forbids that they should be put to death. 
Aug., Cont. Ep. Parm., iii. 2: For when any one of the number of Christians included in the Church is found in such sin as to incur an anathema, this is done, where danger of schism is not apprehended, with tenderness, not for his rooting out, but for his correction. ... when that fear has ceased, and when the safety of the crop is certain, that is, when the crime is known to all, and is acknowledged as so execrable as to have no defenders, or not such as might cause any fear of a schism, then severity of discipline does not sleep, and its correction of error is so much the more efficacious as the observance of love had been more careful.

If necessary follow the example of Jesus and use force (it's for their own good and it may save many). 

Aug., Ep. 93, 17: This indeed was at first my own opinion, that no man was to be driven by force into the unity of Christ; but he was to be led by discourse, contended with in controversy, and overcome by argument, that we might not have men feigning themselves to be Catholics whom we knew to be declared heretics. But this opinion of mine was overcome not by the authority of those who contradicted me, but by the examples of those that shewed it in fact; for the tenor of those laws in enacting which Princes serve the Lord in fear, has had such good effect, that already some say, This we desired long ago; but now thanks be to God who has made the occasion for us, and has cut off our pleas of delay...let the the kings of the earth shew themselves the servants of Christ by publishing laws in Christ’s behalf.

Aug., Ep. 185, 32 et 22: ... our Catholic mother the Church, when by the loss of a few she gains many, soothes the sorrow of her motherly heart, healing it by the deliverance of so many people. Where then is that which those are accustomed to cry out, That it is free to all to believe? Whom hath Christ done violence to? Whom hath He compelled? Let them take the Apostle Paul; let them acknowledge in him Christ first compelling and afterwards teaching; first smiting and afterwards comforting. And it is wonderful to see him who entered into the Gospel by the force of a bodily infliction labouring therein more than all those who are called by word only. [margin note: 1 Cor 15:10]

Why then should not the Church constrain her lost sons to return to her, when her lost sons constrained others to perish?
Unfortunatelly, ous pastors failed to heed the wise counsel of the Fathers and we ended up in our current predicament.




19.6.17

The wheat and the tares, the Church and the anti-church (1): genesis

24. Another parable put he forth unto them, saying, "The kingdom of heaven is likened unto a man which sowed good seed in his field: 25. But while men slept, his enemy came and sowed tares among the wheat, and went his way. 26. But when the blade was sprung up, and brought forth fruit, then appeared the tares also. 27. So the servants of the householder came and said unto him, Sir, didst not thou sow good seed in thy field; from whence then hath it tares? 28. He said unto them, An enemy hath done this. The servants said unto him, Wilt thou then that we go and gather them up? 29. But he said, Nay; lest while ye gather up the tares, ye root up also the wheat with them. 30. Let both grow together until the harvest: and in the time of harvest I will say to the reapers,Gather ye together first the tares, and bind them in bundles to burn them: but gather the wheat into my barn."

Mt 13, 24-30

In the Catena Aurea, St. Thomas Aquinas collected the comments of the Fathers of the Church on the parable of the wheat and the tares .

This is what they taugth us about the anti-church:

  1. The good seed was planted by Jesus
  2. Remig.: Here He calls the Son of God Himself the kingdom of heaven; for He saith, “The kingdom of heaven is like unto a man that sowed good seed in his field.”
  3. Our Sheppards were negligent...
  4. Aug., Quaest in Matt., q. 11: He says, “While men slept,” for... the heads of the Church were abiding in supineness ...;
    Chrys.: ...heretics at first keep themselves in the shade; but when they have had long license, and when men have held communication with them in discourse, then they pour forth their venom.
    Jerome: ...let not him sleep that is set over the Church, lest through his carelessness the enemy should sow therein tares, that is, the dogmas of the heretics.
  5. ... and the devil had the bad seed planted...
  6. Aug., Quaest in Matt., q. 11: ... then came the Devil and sowed upon the rest those whom the Lord in His interpretation calls evil children.
    Chrys.: ... the Devil sees somewhat to imitate... Therefore because he... saw that this man bears fruit an hundred, this sixty, and this thirtyfold, and that he was not able to carry off or to choke that which had taken root, he turns to other insidious practices, mixing up his own seed, which is a counterfeit of the true, and thereby imposes upon such as are prone to be deceived. So the parable speaks, not of another seed, but of tares which bear a great likeness to wheat corn. ... 
  7. .... by anti-prophets, anti-apostles and anti-christ.
  8. Chrys.: ... the false prophets came after the Prophets, the false apostles after the Apostles, and Antichrist after Christ. ...
    Aug.: ...when he found that he had no power in open warfare against a Master of such great name, he had introduced his fallacies under cover of that name itself...
  9. The bad seed was planted after the wheat … [or in other words the bad seeds are novelties]
  10. Chrys.: ...He here shews that error arose after truth... the malignity of the Devil is shewn in this, that he sowed when all else was completed, that he might do the greater hurt to the husbandman.
    Aug., Quaest in Matt., q. 11... When then the Devil had sown upon the true Church divers evil errors and false opinions; that is to say, where Christ’s name had gone before, there he scattered errors...
  11. The seeds sprang and generated (at first silent) heretics and schismatics inside the Church [what I call the anti-church]
  12. Chrys., Hom., xlvi: "... the Lord spoke ... here of those who receive a corrupting seed... He more particularly draws the picture of an heretic, in the words, “When the blade grew, and put forth fruit, then appeared the tares also.” For heretics at first keep themselves in the shade; but when they have had long license, and when men have held communication with them in discourse, then they pour forth their venom."
    Aug., Quaest in Matt., q. 11: ... we do well to enquire whether by such are meant heretics, or Catholics who lead evil lives. That He says, that they were sown among the wheat, seems to point out that they were all of one communion... Indeed it is not necessary that every heretic or schismatic should be corporally severed from the Church; for the Church bears many who do not so publicly defend their false opinions as to attract the attention of the multitude, which when they do, then are they expelled. ...When then the Devil ... sown upon the true Church divers evil errors and false opinions; ... Though indeed in this parable, as we learn from His own interpretation, the Lord may be understood to have signified under the name of tares all stumbling-blocks and such as work iniquity.

30.5.17

The Schismatic Pope / O Papa Cismático (2): a summary

A summary of the previous post, based on the "ancient theologians ... who thought, in agreement with the “Decree” of Gracian (part I, dist.XV, c. IV), that the Pope... could ... fall into schism".

The Pope could fall into schism, if he did the following with pertinacity:

  • If he refused to celebrate Holy Mass with the other bishops;

  • “... if he tried to excommunicate the whole Church";

  • "... if he ... refused to the Chrch ... the spiritual orientation which she has the right to expect from him in the name of Someone who is greater than he: in the name of Christ and of God”;

  • "... by ordering something which is contrary to natural or divine law ...";

  • "... if he does not observe that which the Church Universal observes on the basis of the Tradition of the Apostles ...";

  • "... if he did not observe that which was universally ordained by the universal Councils or by the authority of the Apostolic See above all in relation to Divine Worship. ...";

  • "... lt he did not wish to do everything he could for the reestablishment of unity."

O Papa pode tornar-se cismático se, com pertinácia:

  • Se recusar a celebrar a Santa Missa com os outros bispos;

  • “... tentasse excomungar toda a Igreja";

  • "recusasse à Igreja ... a orientação espiritual que ela tem o direito de esperar dele em nome de Alguém que é maior do que ele: do próprio Cristo e de Deus”;


  • "... ordena[sse] o que é contrário ao direito natural ou divino ...";


  • "... não observar aquilo que a Igreja universal observa com base na tradição dos Apóstolos...";


  • "... não observar aquilo que foi, pelos Concílios universais ou pela autoridade da Sé Apostólica, ordenado universalmente, sobretudo quanto ao culto divino. ...";


  • não fizer "quanto possa o restabelecimento da unidade."



24.5.17

The Schismatic Pope / O Papa cismático

The following is taken from of Chapter VIII of Arnaldo Vidigal Xavier da Silveira's 1970 study titled "The theological hyphotesis of a heretic Pope", pp.  179-182 ( notes and bibliographical references available in the linked document):


The possibility of the Pope falling into schism appears absurd in principle. For is schism not the breaking off of one of the faithful from the Pope? How can the Pope break off with himself? Ubi Petrus, ibi Ecclesia: Where Peter is, there is the Church.

Nevertheless, numerous authors of importance do not exclude the hypothesis (1).

Suarez explains it in the following terms:

“...  the Pope could be schismatic, in case he did not want to have due union and coordination with the whole body of the Church as would be the case if he tried to excommunicate the whole Church, or if he wanted to subvert all the ecclesiastical ceremonies founded on apostolic tradition, as we observed by Cajetan (ad II-II, q. 39) and, with greater amplitude, Torquemada (1. 4, c.11)” (2).

... Cardinal Journet writes:

1. The ancient theologians (Torquemada, Cajetan, Banez), who thought, in agreement with the “Decree” of Gracian (part I, dist.XV, c. IV), that the Pope, infallible as Doctor of the Church, could however personally sin against faith and fall into heresy (see L’Eglise du Verbe Incarne t. I, p. 596), admitted with greater reason that the Pope could sin against charity, even in the measure that this latter constitutes the unity of the ecclesiastical communion, and thus fall into schism (1).

The unity of the Church, according to what they said, subsists when the Pope dies. Therefore, it could subsist also when a Pope fell into schism (Cajetan, II-II, q. 39, a. 1, n VI).

They ask themselves, however, in what manner can the Pope become schismatic. For he can separate himself neither from the chief of the Church, that is, from himself, nor from the Church, for where the Pope is, there is the Church.

To this Cajetan responds that the Pope could break the communion by ceasing to comport himself as the spiritual chief of the Church, deciding for example to act as a mere temporal prince. To save his liberty, he would flee thus from the duties of his charge; and if he did this with pertinacity there would be schism (2). As for the axiom “where the Pope is, there is the Church”, it holds when the Pope comports himself as Pope and chief of the Church; otherwise, the Church is not in him, nor is he in the Church (Cajetan, ibidem).

2. ... he also can sin against the ecclesiastical community in two ways: 1) breaking the unity of connection, which would suppose on his part the will to avoid the action of grace as far as this is sacramental, and what brings into being the unity of the Church; 2) breaking the unity of direction, which would result, according to the penetrating analysis of Cajetan, if he rebelled as a private person against the obligations of his charge and refused to the Church (trying to excommunicate the whole Church or simply resolving, in a deliberate way, to live as a mere temporal Prince) the spiritual orientation which she has the right to expect from him in the name of Someone who is greater than he: in the name of Christ and of God” (4).


... Cardinal Torquemada uses three arguments:

“1 – (…) by disobedience, the Pope can separate himself from Christ, who is the principal head of the Church and in relation to whom the unity of the Church is primarily constituted. He can do this by disobeying the law of Christ [n4 ... in that in which one denies the very principle of authority in the Church, breaking thus the ecclesiastical unity] or by ordering something which is contrary to natural or divine law. In this way he would separate himself from the body of the Church, while it is subject to Christ by obedience. Thus, the Pope would be able without doubt to fall into schism.

2. ... if he does not observe that which the Church Universal observes on the basis of the Tradition of the Apostles ... or if he did not observe that which was universally ordained by the universal Councils or by the authority of the Apostolic See above all in relation to Divine Worship. ... Departing in such a way, and with pertinacity, from the universal observance of the Church, the Pope would be able to fall into schism. ... For this reason, Innocent says (c. De Consue.) that one ought to obey the Pope in everything as long as he does not turn against the universal order of the Church, for in such a case the Pope must not be followed, unless there be reasonable cause for this.

3. ... let us suppose that this true Pope comported himself with such negligence and obstinacy in the pursuit of unity in the Church, that he did not wish to do everything he could for the reestablishment of unity. In this hypothesis the Pope would be considered as a fomenter of schism, according to the way many have argued, even in our days, in connection with Benedict XIII and Gregory XII” (1).

The authors who admit the possibility of a schismatic Pope, in general do not hesitate to affirm that in such a hypothesis, as in that of a Pope heretic, the Pontiff loses the charge. The reason for this is evident: schismatics are excluded from the Church, in the same way as heretics (2).

... we can conclude, with Cajetan, that “(…) the Church is in the Pope when he comports himself as Pope, that is, as Head of the Church; but in case he did not want to act as Head of the Church, neither would the Church be in him, nor he in the Church” (5).


Moreover, it is opportune to remember that “he who is pertinacious in schism, is practically indistinguishable from a heretic” (6); that “no schism fails to think up some heresy to justify it separation from the Church” (7); that schism constitutes a disposition for heresy (8); and that the schismatic, according to Canon Law and Natural Law, is suspect of heresy (9).

A possibilidade de queda do Papa em cisma parece em princípio absurda. Pois o cisma não é o rompimento do fiel com o Papa? Como pode o Papa romper consigo mesmo? ―Ubi Petrus, ibi Ecclesia‖: onde está Pedro, aí está a Igreja.


Contudo, numerosos autores de peso não excluem a hipótese

Suarez no-la explica nos seguintes termos:

"... o Papa poderia ser cismático, caso não quisesse ter com todo o corpo da Igreja a união e a conjunção devida, como seria se tentasse excomungar toda a Igreja, ou se quisesse subverter todas as cerimônias eclesiásticas fundadas em tradição apostólica, como observaram Caietano (ad II-II, q. 39) e, com maior amplitude, Torquemada (l. 4, c. 11).



...  Card. Journet escreve:

"1. Os antigos teólogos (Torquemada, Caietano, Bañez), que pensavam, de acordo com o ―Decreto de Graciano (parte I, dist. XV, c. VI), que o Papa infalível como Doutor da Igreja, podia entretanto pessoalmente pecar contra a fé e cair em heresia (ver ―L’Église du Verbe Incarné‖, t. I, p. 596), com maior razão admitiam que o Papa podia pecar contra a caridade, mesmo enquanto esta realiza a unidade da comunhão eclesiástica, e assim cair no cisma.

A unidade da Igreja, segundo eles diziam, subsiste quando o Papa morre. Portanto, ela poderia subsistir também quando um Papa incidisse em cisma (Caietano, II-II, q. 39, a. 1, n.º VI).

Eles se perguntavam, entretanto, de que maneira pode o Papa tornar-se cismático. Pois ele não pode separar-se nem do chefe da Igreja, isto é, de si próprio, nem da Igreja, porque onde está o Papa está a Igreja.

A isso Caietano responde que o Papa poderia romper a comunhão renunciando a comportar-se como chefe espiritual da Igreja, decidindo por exemplo agir como mero príncipe temporal. Para salvar sua liberdade, ele fugiria assim aos deveres de seu cargo; e se fizesse isso com pertinácia, haveria cisma. Quanto ao axioma ―onde está o Papa está a Igreja‖, vale quando o Papa se comporta como Papa e chefe da Igreja; em caso contrário, nem a Igreja está nele, nem ele na Igreja (Caietano, ibidem).


2. ... ele pode pecar de duas maneiras contra a comunhão eclesiástica: 1º) quebrando a unidade de conexão, o que suporia de sua parte a vontade de se subtrair à invasão da graça enquanto esta é sacramental e realiza a unidade da Igreja; 2º) quebrando a unidade de direção, o que se produziria, conforme a penetrante análise de Caietano, se ele como pessoa privada se rebelasse conta os deveres de seu cargo e recusasse à Igreja – tentando excomungá-la toda ou simplesmente resolvendo, de modo deliberado, viver como mero príncipe temporal – a orientação espiritual que ela tem o direito de esperar dele em nome de Alguém que é maior do que ele: do próprio Cristo e de Deus".


... o Cardeal Torquemada usa de três argumentos:

―1- (...) pela desobediência, o Papa pode separar-se de Cristo, que é a cabeça principal da Igreja e em relação a quem a unidade da Igreja primariamente se constitui. Pode fazer isso desobedecendo à lei de Cristo [... desobediência... naquele em que se nega o próprio princípio de autoridade na Igreja, rompendo, assim a unidade eclesiástica] ou ordenando o que é contrário ao direito natural ou divino. Desse modo, ele se separaria do corpo da Igreja, enquanto, está sujeito a Cristo pela obediência. Assim, o Papa poderia sem dúvida cair em cisma.

2- ...se não observar aquilo que a Igreja universal observa com base na tradição dos Apóstolos, ... ou se não observar aquilo que foi, pelos Concílios universais ou pela autoridade da Sé Apostólica, ordenado universalmente, sobretudo quanto ao culto divino. ... Afastando-se de tal modo, e com pertinácia, da observância universal da Igreja, o Papa poderia incidir em cisma. ... Por isso, Inocêncio diz (c. ―De Consue.‖) que em tudo se deve obedecer ao Papa enquanto ele não se volte contra a ordem universal da Igreja, pois em tal caso o Papa não deve ser seguido, a menos que haja para isso causa razoável.


3- ... suponhamos que esse Papa verdadeiro se comporte com tanta negligência e obstinação na busca da união da Igreja, que não queira fazer quanto possa o restabelecimento da unidade. Nessa hipótese, o Papa seria tido como fomentador do cisma, conforme muitos argumentavam anda em nossos dias, a propósito de Bento XIII e do Gregório XII".


Os autores que admitem a possibilidade de um Papa cismático, em geral não hesitam em afirmar que em tal hipótese, como na do Papa herege, o Pontífice perde o cargo. A razão disso é evidente: os cismáticos estão excluídos da Igreja, do mesmo modo que os hereges.


... podemos concluir, com Caietano que: ―(...) a Igreja está no Papa quando este se comporta como Papa, isto é, como Cabeça da Igreja; mas caso ele não quisesse agir como Cabeça da Igreja, nem a Igreja estaria nele, nem ele na Igreja".


Ademais, é oportuno lembrar que ―quem é pertinaz no cisma, praticamente não se distingue do herege‖5; que ―nenhum cisma deixou de excogitar alguma heresia a fim de justificar sua separação da Igreja‖6; que o cisma constitui uma disposição para a heresia7; e que o cismático, segundo o Direito Canônico e o Direito Natural, é suspeito de heresia8.

13.5.17

Demolição em curso: agora foi a vez da mensagem de Fátima

Antonio Socci: Ha distrutto anche la messaggio della madonna

P.S. Marco Tosatti agrees: "MA CHE QUARTO SEGRETO! DOPO IL VIAGGIO DEL PONTEFICE A FATIMA ANCHE I PRIMI TRE, CHI LI HA VISTI?"

P.S.2 Roberto de Mattei: "The tragic dimension of the Fatima message, which rotates around the concepts of sin and punishment, has been put aside. Our Lady had said to little Jacinta that wars are nothing other than  punishment for the sins of the world and that the sins which carry most souls to hell are the ones against purity. If today we are experiencing “a [world]war in pieces” , as Pope Francis has often repeated, how can we not connect this to the horrifying explosion of present-day immorality, which has gone as far as legalizing the inversion of the moral laws?  Our Lady once again had said to Jacinta, that if there had not been any amendment and penance, humanity would have been punished, but in the end Her Immaculate Heart would triumph and the entire world would be converted. 




7.5.17

#FrancisEffect is #FakeNews: number of practising catholics reaches historical low under Bergoglio

Il Giornale, 07/05/2017


"...Se nel 2007 una persona su tre (esattamente il 33,43 per cento) dichiarava di frequentare luoghi di culto almeno una volta alla settimana, oggi la percentuale è scesa al 27,5%, minimo storico degli ultimi dieci anni. 

Altro che «effetto Bergoglio»! Papa Francesco, così popolare e apprezzato, sembra non sortire alcun effetto positivo sulla pratica religiosa degli italiani.

Insomma, mentre rimane stabile il numero di coloro che continuano a professarsi cattolici non praticanti, diminuisce progressivamente il numero di coloro che almeno la domenica si recano in una chiesa o in parrocchia per assistere alla funzione religiosa.

La presenza nei luoghi di culto, in buona sostanza, è arrivata proprio sotto Bergoglio ai minimi storici..."
"...Se em 2007 um pessoa em cada três (exactamente 33,43%) dizia frequentar um lugar de culto pelo menos uma vez por semana, hoje este valor desceu para os 27,5%, um mínimo histórico dos últimos dez anos.

Que «efeito Bergoglio»! O Papa Francisco, tão popular e apreciado, parece não ter qualquer efeito positivo sobre a prática religiosa dos italianos. 

Em resumo, enquanto se mantém estável o número daqueles que se declaram católicos não praticantes, diminui progressivamente o número daieles que pelo menos ao Domingo vão a uma Igreja ou a paróquia para assistir a uma função religiosa.

A presença nos lugares de culto, em substância, chegou sob Bergoglio a um mínimo histórico..."