1.5.18

MAIO, MÊS de Maria

"Amai-me, segui-me e conduzir-vos-ei à Felicidade"
[O mês de Maio é dedicado à Bem-aventurada Virgem Maria.

Durante o mês de Maio, muitas famílias enfeitam o altar da família e a de Nossa Senhora com flores frescas. Durante este mês (e se possível durante todo o ano) é especialmente recomendado que se reze o Rosário em família ou pelo menos uma dezena.

Outras devoções marianas associadas ao mês de Maio são: a recitação da ladainha lauretana, altares dedicados a Nossa Senhora, a coração (com flores) das estátuas de Nossa Senhora, romarias e procissões.]

Porque razão se dedica o mês de Maio a Nossa Senhora?

A primeira razão é porque Maio é o mês da esperança e da promessa...

É o mês da esperança porque anuncia o verão. Mesmo que por vezes o tempo se torne sombrio e desagradável, sabemos que o bom tempo chegará mais cedo ou mais tarde.

Maio é então o mês, se não do cumprimento, pelo menos de promessa; e não é este o aspecto sob o qual que mais adequadamente consideramos a Santíssima Virgem a quem este mês é dedicado? O Profeta diz: “Virá uma vara da raiz de Jessé, e uma flor se erguerá da sua raiz". Quem é a flor, senão Nosso Senhor? Quem é a vara, ou o belo talo, caule ou planta de da qual a flor nasce, senão Maria, Mãe de Nosso Senhor, Maria, Mãe de Deus? Foi profetizado que Deus deveria vir à Terra. Na plenitude dos tempos, o Anjo Gabriel anunciou a Maria: "Salve, cheio de graça, o Senhor é contigo; abençoada és tu entre as mulheres". Ela era a promessa certa da vinda do Salvador, e, portanto, Maio é por um título especial o seu mês.

A segunda razão é que Maio é o mês da alegria...

É o mês em que a natureza ressurge após o frio e a neve do inverno e após a chuva e o vento do início da primavera. É a época em que surgem os primeiros rebentos nas árvores e nos jardins. Os dias tornam-se mais longos e o sol nasce mais cedo e põe-se mais tarde. A alegria da natureza adequa-se especialmente à nossa devoção àquela que é a Rosa Mística e a Casa de Ouro.

É também a época mais festiva e alegre do ano litúrgico. Quem desejaria que Fevereiro, Março ou Abril fosse o mês de Maria considerando que são meses da Quaresma e da penitência? Quem escolheria Dezembro, a época do Advento - um tempo de esperança, de facto, porque o Natal está a chegar -,  mas também um tempo de jejum?; o Natal em si não dura um mês; Janeiro tem de facto a alegria da Epifania mas, na maioria dos anos, é interrompido pelo Domingo da Septuagésima que anuncia já a Quaresma.

O mês de Maio, pelo contrário, pertence à época da Páscoa, que dura cinquenta dias. A grande festa da Ascensão de nosso Senhor ao Céu é quase sempre em Maio; o Pentecostes, a Festa do Espírito Santo, é habitualmente em Maio; as Festas da Santíssima Trindade e o Corpus Christi calham também frequentemente em Maio. É, portanto, tempo de frequentes Aleluias porque Cristo ressuscitou da sepultura, Cristo subiu ao alto do Céu e Deus Espírito Santo desceu para tomar o Seu lugar.


É portanto muito apropriado que este mês, em que especialmente nos gloriamos e nos regozijamos com a Providência divina e com a nossa redenção e santificação, seja de Maria, a primeira das criaturas, a filha mais aceitável de Deus, a mais querida e mais próxima Dele.

Mas Maria é também Rainha de todos os santos, e é neste mês que a Igreja celebra as festas de alguns dos maiores santos. O Arcanjo São Miguel e três apóstolos têm dias de festa neste mês: São João, o discípulo amado, São Filipe e São Tiago; sete Papas, dois deles especialmente famosos, São Gregório VI e São Pio V; dois dos maiores Doutores, Santo Atanásio e São Gregório Nazianzeno; uma virgem especialmente favorecida por Deus, Santa Maria Madalena de Pazzi; e uma santa mulher, Santa Mónica, a mãe de Santo Agostinho. Estes são alguns dos frutos mais escolhidos da multiforme graça de Deus, e formam a corte de sua gloriosa rainha.


[Adaptado de Cd. John Henry Newman. Meditations on the Litany of Loretto, for the Month of May, 1916]

16.4.18

"Missa" doméstica para aqueles que não podem deslocar-se à Igreja / House Mass for those who are hindered from going to Church


Formar uma Boa Intenção antes da Santa Missa.
(Para ser usado quando, por motivo razoável, alguém se encontrar impedido de ir à igreja.)


Eu creio, Senhor Jesus, que na última ceia Vós ofereceste um verdadeiro sacrifício; eu acredito porque Vós no-lo destes a conhecer através da Igreja Católica que, desde os tempos dos Apóstolos, sempre tal nos ensinou.

Visto que Vós ordenastes aos Apóstolos e aos sacerdotes ordenados por estes, que fizessem o mesmo até ao final dos tempos, ofereço-Vos, com o sacerdote, este Santo Sacrifício da Missa (que eu acredito ser uno com aquele oferecido no Monte Calvário), para Vossa honra e glória, como penhor da minha vassalagem e serviço, em agradecimento pelos inúmeros benefícios que Jesus me tem conferido e ao mundo inteiro, em satisfação pelos meus pecados e pelos pecados de toda a humanidade, e para obter a graça da contrição perfeita pelos meus pecados.

Também Vos ofereço esta Santa Missa pelos meus amigos, benfeitores, por aqueles de que sou devedor e por aqueles por quem Vós quereis que eu reze. Ofereço-a também pelos meus inimigos, para que se convertam, por todos os fiéis defuntos, particularmente pelos  meus [pais e] parentes, e pelo bem-estar de toda a Cristandade.

"Missa" Doméstica
(ou um método de participar espiritualmente no Serviço Divino para aqueles que se encontram
impedidos de assistir ao Santo Sacrifício na igreja)

I.  Desejo sincero de participar no Santo Sacrifício

Santíssima Trindade que sois um só Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, omnipotente fonte de todas as coisas; meu Pai, meu misericordioso Redentor, Fonte da minha santificação e felicidade, eu, Vossa mais indigna criatura, aventuro-me a comparecer diante de Vós, para Vos demonstrar, meu verdadeiro Deus e Criador, toda a honra, adoração e confiante submissão; para Vos agradecer pelos inumeráveis ​​benefícios que recebi de Vós, para Vos louvar pela Vossa glória (pois eu fui criado para Vossa glória); para implorar as Vossas misericórdias, e apaziguar a Vossa justiça, porque tenho pecado frequente e tão gravemente contra Vós.

Não há forma mais digna e perfeita de fazer tudo isto que não seja ouvindo, com fé e devoção, a Santa Missa, pois nesse Santo Sacrifício Vos é oferecido o mais sublime sacrifício de louvor e acção de graças, o mais eficaz sacrifício de súplica e propiciação, o mais digno sacrifício de salvação pelos vivos e mortos.

Mas, não podendo estar hoje corporalmente presente na Santa Missa, colocar-me-ei pelo menos em espírito diante do altar onde Jesus Cristo, de maneira incruenta se oferece a Si próprio a Vós Ó Pai Celestial.

A este sacrifício glorioso eu uno esta minha oração; unido com o Filho de Deus, fervorosamente desejo da forma mais veemente louvar, amar, suplicar-Vos, Pai Celeste, reparar todo o mal e vergonha de que tenho sido responsável, e realizar completamente tudo o que pode ser realizado pelo Santo Sacrifício da Missa. Para este fim, concedei-me a Vossa divina graça para que eu possa fazer tudo isto com sincera devoção. Ámen.

II. —  Contrição pelos pecados com fé e confiança em Jesus Cristo e uma oferenda dos seus preciosos méritos.

Pai Santo, confesso com tristeza que raramente Vos servi com um coração indiviso, mas antes, muitas vezes Vos ofendi e, pela minha preguiça e negligência, fiz cair sobre mim uma infinita culpa diante de Vós. Refugio-me portanto nos méritos do Vosso amado Filho, agora presente no altar, que tão livremente nos dedica e comunica sua graça e favor.


No Santo Sacrifício da Missa Jesus oferece-Vos, por mim, a mais alta veneração e amor, o mais perfeito louvor, a mais calorosa acção de graças e a mais sentida expiação. Para perfeito perdão dos meus pecados, ó Pai Celestial, Eu Vos ofereço todo o sofrimento e morte de Jesus Cristo que agora, de uma maneira incruenta, será renovada sobre o altar. Ó benigníssimo Pai, Vosso Filho sofreu e morreu por mim, um pobre pecador. Com grato amor apresento diante de Vós, como preciosa e agradável oferenda, os infinitos méritos do Seu sofrimento e morte. Confio firmemente que, por causa deste sacrifício inestimável de Vosso Filho, não considerareis a minha culpa e que aumentareis em mim a Vossa graça. Ámen.


Ó Pai das misericórdias, e Deus de toda a consolação, para Vós me volto esperando a Vossa ajuda e graça. Olhai benignamente para a minha miséria e desgraça, e deixai que as minhas súplicas Vos sejam apresentadas.

De forma a que, com mais certeza, eu possa ser ouvido por Vós, compareço diante do trono da Vossa graça, que para nossa salvação, se encontra no Santo Sacrifício da Missa, onde o inocente Cordeiro de Deus Vos é misteriosamente oferecido ó Pai Santo, Deus Omnipotente, Deus Pai Todo Poderoso, pela remissão dos nossos pecados.

Considerai, eu vos imploro, a inocência deste santo sacrifício e, por causa dele, estendei sobre mim a Vossa misericórdia.

Ó meu Salvador, quão grande é o Vosso amor por mim que, para satisfazer os meus pecados, e me ganhar a graça do Vosso Pai, Vos impeliu a suportar tão amargas dores, e até a própria morte. Quão grande ainda é esse Vosso amor por mim, que Vos leva, em cada Santa Missa, a renovar, de uma forma incruenta, a Vossa morte de propiciação, a fim de me aplicardes e de me comunicardes os Vossos méritos. De todo o coração Vos agradeço por isto, o Vosso grande amor, e das profundezas da minha alma, peço-Vos que me façais participante dos seus frutos, e que me fortaleçais e confirmeis pela graça do Espírito Santo, para que eu possa detestar o pecado e toda a vida profana, para que eu possa crucificar minha carne, com todas as suas paixões, negar-me a mim mesmo, e seguir os Vossos passos, que todos os meus pensamentos e palavras, tudo o que eu faço ou deixo de fazer possa ser um serviço vivo a Deus, e um sacrifício agradável a Ele.

Assim como Vós Vos ofereceste ao Vosso Pai Celestial, levai-me também nos braços do Vosso amor e misericórdia, e apresentai-me a mim, um pobre e falível pecador, como oferta ao Vosso Pai, e não me deixeis mais ficar separado do seu amor. Ámen.

III. — Adoração do Santíssimo Corpo e Sangue de Jesus Cristo sob as aparências de Pão e Vinho.

Ó santíssimo Jesus, diante de Vós os coros celestiais ajoelham-se e adoram; com eles elevo a minha voz e clamo: Santo, santo, santo,  sois Vós, Senhor dos exércitos. O céu e a terra estão cheios da Vossa graça e glória. Vós estais presente, ó Jesus, sob as aparências do pão e do vinho.

Ouvi, Ó ouvi a minha oração. Eu golpeio o meu peito e confesso a minha indignidade; mas com firme confiança Vos imploro, Jesus tende misericórdia de mim. Ó  benigníssimo Jesus, perdoai-me os meus pecados. Ó santíssimo sangue, lavai os meus pecados. Ó preciosíssimo sangue de Jesus, rico em graça, clamai ao céu para que a misericórdia se derrame sobre mim. Deus Santíssimo, recebei este sangue precioso, juntamente com o amor através do qual foi derramado; recebei-o como uma oferta do meu amor e gratidão para maior glória do Vosso Nome; para o perdão do meus pecados; em satisfação das punições que eu mereci; para remoção das manchas da minha culpa, como reparação por todas as minhas negligências, e como compensação por todos os pecados que eu cometi por ignorância ou fragilidade; recebei-o também como um sacrifício para consolação dos aflitos; pela conversão dos pecadores; para a recuperação dos enfermos e sofredores; para o fortalecimento daqueles que se aproximam da morte; para refrigério, purificação e redenção das almas dos defuntos no purgatório. Ámen.

IV. — Inabalável Confiança em Jesus Cristo.

Para Vós, Benigníssimo Jesus, elevo os meus olhos e o meu coração. Ó voltai para mim o Vosso adorável semblante e o Vosso amor verdadeiro. Contemplai, Ó Senhor, a minha manifesta necessidade e o grande perigo em que se encontra a minha alma. Ó recebei-me Vós que sois o meu único e verdadeiro mediador e ajudante. Sede, através do Santo Sacrifício da Missa, a minha salvação, e obtende-me toda a remissão dos meus pecados. Ó, mostrai a Vosso Pai o quão cruelmente foste açoitado, coroado, crucificado e morto por nós e assim reconciliai este pobre e miserável pecador com a estrita justiça de Deus. Ámen.

Pai Nosso. Avé Maria.

V. Aquele que pede em nome de Jesus será atendido.

Ó Cordeiro de Deus, que sofrestes por nós miseráveis ​​pecadores, tende misericórdia de mim, e oferecei ao Pai a Vossa paixão para perdão dos meus pecados. Ó Cordeiro de Deus, que morreste por nós miseráveis ​​pecadores, tende misericórdia de mim, e oferecei a Deus a Vossa morte em satisfação pelo meu pecados! Ó Cordeiro de Deus, que Vos sacrificastes por nós miseráveis pecadores, tende misericórdia de mim e oferecei o Vosso santíssimo sangue ao Pai pela purificação da minha alma.

Pai Celestial, ofereço-Vos esta preciosa e digníssima oblação. Os meus pecados são mais numerosos do que os cabelos da minha cabeça, mas, ó justo e misericordioso Deus, colocai esta oferta preciosa num dos pratos da balança e os meus pecados no outro, e isso superará em muito a minha culpa. Ó misericordioso, Ó santo Deus, dai-me a Vossa bênção antes que eu termine a minha oração e através dessa bênção deixai-me obter a Vossa graça para começar a emendar a minha vida e a renunciar a tudo o que é pecaminoso e Vos é desagradável. Apoiai-me na minha fraqueza; fortalecei-me quando as tentações me assaltam e nunca me permitais que me esqueça que estais perto de mim.

Ó dia precioso! mas talvez o último da minha vida. Ó dia feliz! se me tornar melhor. Santa Mãe de Deus, Maria, Santos Anjos e amigos de Deus, rezai por mim e guiai-me no caminho da verdade. Ó Deus, concedei o Vosso amor aos vivos e Vossa paz aos mortos. Ámen.
Form of making a Good Intention before Holy Mass.

(To be used when, by reasonable cause, one Is hindered from going to church.)

I believe, Lord Jesus, that in the last supper thou didst offer up a true sacrifice ; I believe it because thou hast made it known to us through the Catholic Church, which from the Apostles' times has constantly taught the same to us. 

Since thou didst command the Apostles and the priests ordained by them, to do the same till the end of time, I therefore offer to thee, with the priest, this Holy Sacrifice of the Mass (which I believe to be one with that offered on Mount Calvary), to thy honor and glory, in acknowledgment of my most bounden service, in thanksgiving for the innumerable benefits which Thou hast conferred upon me and upon the whole world, in satisfaction for my sins and the sins of all mankind, and for obtaining the grace of perfect contrition for my sins.

I also offer to thee this Holy Mass for my friends, benefactors, for those for whom I am bound, and for whom thou williest me to pray. I also offer it for my enemies, that they may be converted, for all the faithful departed, particularly for my parents and relatives, and for the welfare of all Christendom 


House Mass
(or a lifting up of the heart during the time of Divine Service, for those who are hindered from attending the Holy Sacrifice of the Mass in church) 

I. — Heartfelt Desire to Participate in the Holy Sacrifice,

Most Holy Trinity, God, Father, Son, and Holy Ghost, almighty source of all things; my best Father, my merciful Redeemer, the Fountain of my sanctification and happiness, I, thy most unworthy creature, venture to appear before thee, to show to thee, my true God and Creator, all honor, adoration, and trustful submission ; to thank thee for the innumerable benefits which I have received from thee to praise thee for thy glory (for I am created for thy praise) ; to implore thy mercies, and to appease thy justice, because I have so often and so grievously sinned against thee. 



All this I cannot do in a worthier and more perfect manner than by hearing, with faith and devotion, Holy Mass. For in that Holy Sacrifice is offered to thee the most sublime sacrifice of praise and thanksgiving, the most efficacious sacrifice of supplication and propitiation, the most worthy sacrifice of salvation for the living and dead.

But because I cannot this day be present bodily at the Holy Mass, I will, at least in spirit, place mysel before the altar where Jesus Christ in unbloody manner offers himself O Heavenly Father, to thee.

With this glorious sacrifice I unite my present prayer ; I fervently desire, united with the Son of God, in the strongest manner to praise, love, supplicate thee, Heavenly Father, to repair all the wrong and shame that I have wrought, and completely to accomplish all that can be accomplished by the Holy Sacrifice of the Mass. To this end give me thy divine grace, and grant that I may perform all this with sincere devotion. Amen.



II. — Contrition for Sins with Faith and Confidence in Jesus Christy and an Offering up of His Precious Merits.

Holy Father, I confess with sorrow that I have seldom served thee with an undivided heart, but rather have often offended thee, and by my slothfulness and neglect have brought upon myself infinitely great guilt before thee. I therefore take refuge in the merits of thy Beloved Son, now present upon the altar, who so freely commends and imparts to us his grace and favor. 

In the Holy Sacrifice of the Mass Jesus offers to thee, for me, the highest veneration and love, the most perfect praise, the most hearty thanksgiving, and the most kind expiation. For the perfect forgiveness of my sins, O Heavenly Father, I offer up to thee the whole suffering and death of Jesus Christ, which now, in an unbloody manner, is renewed upon the altar. O most benign Father, thy Son has suffered and died even for me, a poor sinner. With thankful love I bring before thee as a precious and pleasing offering, the infinite merits of his suffering and death. I firmly trust that, on account of this inestimable sacrifice of thy Son, thou wilt not regard my guilt, and that thou wilt increase in me thy graces. Amen.

O Father of mercies, and God of all consolation, to thee I turn for help and grace. Graciously look upon my misery and wretchedness, and let my supplications come before thee. 

 
That I may the more surely be heard by thee, I appear before the throne of thy grace, which for our salvation, is set up in the Holv Sacrifice of the Mass, where the innocent Lamb of God is mysteriously offered up to thee, Holy Father Almighty God, for the remission of our sins. 


Regard, I beseech thee, the innocence of this holy sacrifice, and for the sake thereof, extend to me thy mercy.

O my Saviour, how great is that love of thine for me which, to make satisfaction for my sins, and to gain me the grace of thy Father, impelled thee to endure for me such bitter pains, and  even death itself. O how great is yet that love of thine for me, which causes thee, in every Holy Mass to renew, in an unbloody manner, thy death of propitiation, in order to apply and communicate to me thy merits. With my whole heart I thank thee for this, thy great love, and from the depths of my soul I beseech thee to make me a partaker of the fruits of it, and to strengthen and confirm me by the grace of the Holy Ghost, that I may detest sin and all unholy living, that I may crucify my flesh, with all its passions, deny myself, and follow in thy footsteps, that all my thoughts and words, all that I do or leave undone, may be a living service of God, and a sacrifice well pleasing to him.


As thou hast offered up to thy Heavenly Father thyself, so take me also in the arms of thy love and mercy, and present me, a poor erring sinner, as an offering to thy Father, and let me no more be separated from his love. Amen. 



III. 
—  Adoration of the Most Holy Body and Blood of Jesus Christ under the appearances of Bread and Wine. 

O most holy Jesus, before thee the heavenly choirs kneel and adore; with them I lift up my voice and cry, Holy, holy, holy, art thou, Lord of hosts. Heaven and earth are full of thy grace and glory. Thou art present, O Jesus, under the appearances of bread and wine. 




Hear, O hear my prayer. I strike my breast and confess my unworthiness ; but with firm confidence I implore thee, Jesus, be merciful to me. O most benign Jesus, forgive me my sins. O holy blood, wash me from my sins. O precious blood of Jesus, O blood of Jesus, rich in grace, cry out to heaven for mercy upon me. Most holy God, receive this precious blood, together with the love through which it was shed ; receive it as an offering of my love and thankfulness, for the greatest glory of thy name ; for the forgiveness of my sins ; in satisfaction of the punishments which I have deserved ; for the washing away of the stains of my guilt, as reparation for all my neglects, and as amends for all the sins which I have committed through ignorance or frailty; receive it also as a sacrifice for the consolation of the afflicted; for the conversion of sinners; for the recovery of the sick and suffering; for the strengthening of those who draw near to death ; for the refreshment, purification, and deliverance of  the souls of the departed in purgatory. Amen. 


 

IV. — Unshaken Confidence in Jesus Christ. 

To thee, most benign Jesus, I lift up my eyes and my heart. Oh, turn upon me thy gracious countenance, and thy true love. Behold, O Lord, my manifest need, and the great danger of my soul. Oh, receive me, thou who art my only true mediator and helper. Be thou, through the Holy Sacrifice of the Mass, my salvation, and obtain for me the entire remission of my sins. Oh, represent to thy Father how cruelly thou wast scourged, crowned, crucified, and put to death for us, and thereby reconcile with the strict justice of God rae, a miser able sinner. Amen.


 


Our Father. Hail Mary.

V. 
He who asks in the name of Jesus shall receive. 

O Lamb of God, who suffered for us miserable sinners, have mercy upon me, and offer up to the Father thy passion for the forgiveness of my sins. O Lamb of God, who died for us miserable sinners, have mercy upon me, and offer up to God thy death in satisfaction for my sins! Oh Lamb of God, who didst sacrifice thyself for us miserable sinners, have mercy upon me, and offer up thy holy blood to the Father for the cleansing of my soul.

 

Heavenly Father, I offer up to thee this precious and most worthy oblation. My sins are more in number than the hairs of my head, but, O just and merciful God, lay this precious offering in the one scale and my sins in the other, and that will far outweigh my guilt. O merciful, O holy God, give me thy blessing before I end my prayer, and through this blessing let me obtain grace at once to begin to ammend my life, and to renounce whatever is sinful and displeasing to thee. Support me in my weakness ; strengthen me when temptations assail me, and let me never forget that thou art near me.

 


O precious day ! but perhaps the last of my life. O happy day ! if it shall make me better. Holy Mother of God, Mary, holy angels and friends of God, pray for me and lead me in the way of truth. O God, grant thy love to the living, and thy peace to the dead. Amen.

Fonte/Source: Goffiné, Leonard (1648-1719), "Devout instructions on the Epistles and Gospels for the Sundays and holydays : with explanations of Christian faith and duty, and of Church ceremonies", 1850

11.4.18

Gaudete et Exsultate: Papa Franciso manipula citações de Tomás, Boaventura, Agostinho e do Catecismo

Tradução automática de um artigo da Nuova Bussola Quotidiana:

Uma exortação, muitas citações erradas (não por acaso)

  • ECCLESIA
  • 2018/04/11


  • Boaventura, Tomé, Agostinho e também o Catecismo: algumas passagens fundamentais da Exortação Apostólica sobre a Santidade mostram citações parciais que distorcem o significado dos autores.

  • Como já havia acontecido com Amoris Laetitia para São Tomás , também na exortação apostólica Gaudete et Exsultate (GE) , apresentada segunda-feira,infelizmente devemos encontrar algumas citações "criativas" para apoiar afirmações e teses sem relação com a tradição.

  • Vamos começar do parágrafo 49, onde até mesmo um trio deve ser sinalizado.Nós estamos na parte da Exortação dedicada aos Pelagianos, aquela em que o Papa bate mais prontamente naqueles que consideram as ameaças mais sérias da Igreja. O papa está zangado com aqueles que "se voltam para os fiéis dizendo que tudo é possível com a graça de Deus", mas "no final, eles geralmente transmitem a idéia de que tudo pode ser feito com a vontade humana". Desta forma "afirmamos ignorar que" nem todos podem fazer tudo "». A referência à nota 47 indica a referência à obra de São Boaventura As seis alas dos serafins e ao fato de que esta citação deve ser entendida na linha do Catecismo da Igreja Católica (CCC), parágrafo 1735 (aquela dedicada à imputabilidade da Igreja Católica). ação). Logo depois, São Tomás é citado como tendo dito que "nesta vida as fraquezas humanas não se curaram completamente e de uma vez por todas pela graça"; e finalmente Santo Agostinho, para reviver a tese do possível bem, já abundantemente apoiado em Amoris Laetitia (AL), e que o livro do padre Aristide Fumagalli sobre a teologia moral do Papa Francisco (do famoso colar desajeitado patrocinado por Viganò) mostra ser funcional para a possibilidade de adquirir e admitir à Comunhão aqueles que continuam a viver mais uxorio (para a análise do livro de Fumagalli, nos referimos a um próximo artigo).

  • É claro que a presença da graça, como diz Tomé, "não cura totalmente o homem" (I-II, Q. 109, A. 9, ad 1); mas aqui Thomas explica que a ajuda da graça presente ("ser movido por Deus para funcionar bem") também é necessária para aqueles que já têm o hábito de santificar a graça, porque no homem a carne continua fraca. Mas essa graça não cura o homem totalmente não significa que o homem possa se encontrar em situações para as quais, com a ajuda da graça, é impossível para ele guardar os mandamentos de Deus. Essa é exatamente a linha interpretativa de AL que " autoriza "- obviamente em certos casos - atos devidamente casados ​​entre pessoas que não são casadas.

  • Que o texto da GE joga com a ambiguidade, é bastante evidente a partir das citações omitidas ou cortadas. Veja a citação da obra de São Boaventura, escrita para expor as virtudes de um superior religioso. A sentença citada é a seguinte: "Nem todos podem fazer tudo", uma expressão tirada de Siracide e apresentada por Bonaventura para lembrar os superiores de não exasperar os que estão em dificuldade de reprovação: "eles podem suportar suas aversões e fraquezas com uma alma paciente" ». Esta recomendação deve ser entendida não à luz do parágrafo do Catecismo, que trata da imputabilidade de uma ação (que nada tem a ver com o contexto da escrita do santo franciscano, mas que é bastante reveladora de para onde se quer ir parare), mas ao que é afirmado no capítulo imediatamente anterior (II, 9), a saber, que "em primeiro lugar as transgressões dos mandamentos de Deus são evitadas e condenadas; então as transgressões dos preceitos invioláveis ​​da Igreja, etc. ». Mas não há nenhum vestígio disso na Exortação.

  • Em Sant'Agostino, um pior destino é devido. O texto retirado da Natureza e da graça é, portanto, relatado no § 49 da GE: "Deus convida você a fazer o que puder e" a perguntar o que você não pode "". Concluir. O texto completo, no entanto, é o seguinte: "Deus, portanto, não comanda coisas impossíveis, mas ordena que vocês façam o que puderem e peçam o que você não pode! E agora nós podemos ver de onde o poder vem para o homem e onde o poder vem dele ... Eu digo: "Certamente depende da vontade que o homem não está certo, se ele puder por natureza, mas será remédio para dar à natureza do homem o poder que já não tem para o vício "».

  • O texto completo deixa claro que é precisamente a graça que faz o que a natureza não pode fazer. E o que Deus ordena que o homem peça, para que ele obtenha o que ele não pode? Isto é explicado pelo Concílio de Trento, que se refere a esta afirmação de Agostinho: "Ninguém deve fazer a sua própria expressão precipitada, atingida pelos pais com o anátema, segundo o qual os mandamentos de Deus são impossíveis de observar para o homem justificado. "Deus, de fato, não comanda o impossível; mas quando ele ordena você, ele adverte você para fazer o que puder, para pedir o que você não pode ", e ajuda você para que você possa ... Aqueles que são filhos de Deus, amem a Cristo; aqueles que o amam ... mantêm sua palavra, o que certamente é possível com a ajuda de Deus "(DH 1536).

  • Deus, portanto, nos ajuda a poder, aquilo que não pode ser humanamente; os mandamentos não são impossíveis de observar. Não há vestígios disso na GE, que prefere não encorajar a confiança na graça, mas sim dar tapas aos novos pelagianos, que são até censurados por confiarem pouco na graça. Naturalmente, pensar em poder observar a lei sem graça é uma atitude tipicamente farisaica, como Veritatis Splendor (VS) recordou, 104. Mas a solução não é censurar aqueles que dizem que com graça é possível guardar os mandamentos de Deus, mesmo em situações isso parece impossível. Por outro lado, há outra atitude muito atual, lembrada por VS, 105: "É pedido a todos uma grande vigilância para não serem contagiados pela atitude farisaica, que alega eliminar a consciência do próprio limite e pecado, e que hoje se expressa em particular na tentativa de adaptar a norma moral às próprias capacidades e interesses e até mesmo à rejeição do próprio conceito ". Por exemplo, como quando a regra é dissolvida em casos individuais.

  • A atitude cristã está em um impulso maior que reconhece ao mesmo tempo sua própria miséria, a necessidade da santidade de Deus e sua misericórdia que torna possível ao homem o que com sua própria força é impossível: "Aceite a" desproporção " entre a lei e a capacidade humana, que é a capacidade das únicas forças morais do homem deixadas a si, inflama o desejo de graça e a predispõe a recebê-la "(VS, 105).

  • Não menos grave é o caso do § 80 da GE, que inaugura o comentário sobre a bem-aventurança evangélica dos misericordiosos: "Mateus resume isso em uma regra de ouro:" O que você quer que os homens façam a você, você também faz isso a eles " (7,12). O Catecismo nos lembra que essa lei deve ser aplicada "em todos os casos", especialmente quando alguém "às vezes se vê diante de situações difíceis que tornam o julgamento moral incerto".

  • A lei da misericórdia deve, portanto, ser aplicada em todos os casos,especialmente em situações difíceis. Os artigos do Catecismo mencionados aqui (notas 71 e 72) não dizem exatamente isso. N. 1787 não apenas nos lembra que a consciência pode às vezes se encontrar em situações difíceis de discernir moralmente, mas também que, nesses casos, a pessoa "deve sempre buscar o que é certo e bom e discernir a vontade de Deus expressa na lei divina". Por esta razão, o próximo número ensina que "algumas regras se aplicam em todos os casos", como relatado na GE, mas antes da regra de ouro afirma-se que "nunca é permitido fazer o mal porque deriva um bem". Curiosamente, a referência à lei divina e ao fato de que o mal nunca pode ser feito desaparece da exortação sobre a santidade.

  • Mas encontramos a mais séria distorção no § 106 : "Não posso deixar de recordar a pergunta feita por São Tomás de Aquino quando perguntados sobre quais são nossas maiores ações, quais são as obras externas que melhor expressam nosso amor por Deus. Ele respondeu, sem duvidar que eles são obras de misericórdia para com os outros, ao invés de atos de adoração ". E o texto de II-II é relatado, q. 30, a. 4, ad 2: "Não exercitamos a adoração de Deus com sacrifícios e ofertas externas por si mesmo, mas para o benefício de nosso próximo e de nosso próximo: ele não precisa de nossos sacrifícios, mas quer que eles sejam oferecidos a nós. devoção e para o benefício do próximo. Portanto, a misericórdia com a qual a miséria dos outros é ajudada é um sacrifício que é mais aceitável para ele, assegurando-lhe mais de perto o bem dos outros ".

  • Para a verdade, Tomé se perguntou "se a misericórdia é a maior das virtudes" e conclui que ... "a misericórdia não é a maior das virtudes"! Porque, explica Tommaso, "no homem que tem Deus superior, a caridade que o une a Deus, é superior à misericórdia, que substitui as deficiências do próximo". A misericórdia é maior "entre todas as virtudes que dizem respeito ao próximo", mas não em termos absolutos. E a resposta 2, relatada na Exortação, explica de maneira simples e coerente por que a misericórdia é superior às obras de culto, entre as virtudes que dizem respeito ao próximo (e não a Deus).

  • Era correto lembrar que para Tomás a maior virtude é a caridade, porque nos une a Deus, e o amor de Deus se realiza na observância de sua palavra (cf. Jo 14, 23) e é a constatação do amor. aos irmãos. Muitas vezes, com efeito, ele se refere corretamente ao fato de que o amor ao próximo realiza o amor de Deus e é, portanto, um compêndio da lei, mas esquece que o amor a Deus - o único que deve ser amado "com tudo" - é condição e prova do nosso amor ao próximo, como São João recorda: "Sabemos disso que amamos os filhos de Deus: se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos, porque consiste no amor de Deus, na observância dos seus mandamentos e os seus mandamentos não são penosos "(1Jo 5,2-3).

  • Então, para dizer que "o critério para avaliar nossa vida é, acima de tudo, o que fizemos com os outros. A oração é preciosa se nutre uma doação diária de amor.Nossa adoração é agradável a Deus quando lhe trazemos as intenções de viver com generosidade ... »(§ 104), pedir o apoio de São Tomás é uma manobra pelo menos questionável ... Também porque era necessário pelo menos lembrar que Thomas explica que a virtude tão esquecida da religião "é superior a todas as outras virtudes morais" (II-II Q. 81, A. 6), devido ao fato de que nos coloca em relação a Deus e está particularmente ligado à caridade;

  • De fato, "a razão está mais próxima de Deus do que as outras virtudes morais, porque realiza atos dirigidos direta e imediatamente à honra de Deus". Entre esses atos, como explicado no Catecismo (2095 ss.) São adoração, oração, sacrifício, promessas e votos.

  • É estranho que isso não se refira a uma exortação sobre a santidade, já que Thomas explica que "a religião é identificada com a santidade" (II-II, q.81, a 8, sc), porque em ambos os casos « a alma humana aplica-se ao próprio Deus e aos seus atos "; no caso da religião, principalmente para "os atos que se referem ao serviço de Deus", enquanto que para a santidade "também para todos os atos das outras virtudes que o homem se refere a Deus", certamente incluindo as obras de misericórdia.

  • Esta ordem de coisas não é encontrada na GE, que faz declarações unilaterais como a do § 107: "Quem realmente deseja dar glória a Deus com sua própria vida, que realmente deseja santificar-se porque sua existência glorifica o Santo, é chamado para atormenta-te, gasta e cansa-te a tentar viver as obras de misericórdia ». Ou ainda pior do que o § 26 : "Não é saudável amar o silêncio e evitar o encontro com os outros, desejar descansar e rejeitar a atividade, buscar a oração e subestimar o serviço ... Somos chamados a viver a contemplação. também no meio da ação, e nos santificamos no exercício responsável e generoso de nossa missão ".

25.3.18

Instrução sobre a Semana Santa

#Goffiné

Por que razão se chama a esta semana Semana Santa?

Porque, durante esta semana, celebramos os mais importantes mistérios da nossa religião com cerimónias tocantes e sagradas.

Devido às constantes referências da Igreja, ao longo desta semana, à morte de Cristo e à grande e santa redenção realizada, esta é chamada a Grande e Santa Semana.

Como devemos passar essa semana?

De acordo com a intenção da Igreja, meditando sobre o que Jesus fez por nós, particularmente  sobre os seus sofrimentos e morte; além disso, jejuando mais estritamente, tal como os cristãos dos primeiros tempos, que, durante estes dias, se contentavam com pão e água; orando com frequência e com devoção; evitando a sociedade tanto quanto possível; frequentando o serviço divino diariamente e levando uma vida santa.

Que coisas extraordinárias Jesus fez durante os quatro primeiros dias desta semana?

Depois de, no Domingo de Ramos, ter entrado, no meio da maior exultação do povo de Jerusalém, no templo, e depois de ter sido recebido pelas crianças com o grito de alegria, "Hosanna ao filho de David!", expulsou todos os que vendiam e compravam no templo; passou o dia pregando e curando os enfermos, e voltou à tardinha com seus discípulos para Betânia (Mt 11,11), uma aldeia no Monte das Oliveiras, a cerca de três quilómetros de Jerusalém.

Nos três dias seguintes, voltou com os doze a Jerusalém, ensinando no templo durante o dia e passando a noite no Monte das Oliveiras. Na sua pregação nestes dias, esforçou-se particularmente por convencer os sacerdotes judeus, doutores da lei e fariseus, que ele era o verdadeiro Messias (Mt 23:42), e que pela sua morte, que ele previu como certa, cometeriam um grande pecado e trariam destruição sobre si mesmos e sobre todo o povo judeu; isto deu-lhes Ele a entender pelo definhamento da figueira sob a sua maldição, e pela previsão da destruição da cidade e do templo de Jerusalém (Lucas xxi). Além disso, ele discutiu com eles, e confundi-os tão completamente - tanto abertamente como por parábolas - que, por raiva e ódio, eles como um só homem decidiram-se a matá-lo (Matt, xxvi).


Para a realização do seu propósito, o ímpio Judas contribuiu a de sobremaneira; porque, por avareza, acordou com os sumos sacerdotes, em troca de trinta moedas de prata, traí-Lo e entregá-Lo nas suas mãos no dia seguinte; isto é, na quinta-feira. Este é o ponto até onde Judas foi ser levado pela avareza.

Combate, portanto, todas as paixões, e particularmente a avareza, para que não te aconteça a mesma coisa.
Why is this week called Holy Week ?


Because, during this week, we celebrate the most important mysteries of our religion with touching and holy ceremonies.

On account of the constant reference of the Church, throughout this week, to the death of Christ, and to the great and holy redemption thereby accomplished, the week itself is called both the Great and Holy Week.

How should we spend this week ?

According to the intention of the Church, by meditating on what Jesus did for us during this week, particularly on his sufferings and death ; further, by fasting more strictly, like the Christians of early times, who, during these days, contented themselves with water and bread ; by praying often and devoutly ; avoiding society as much as possible ; attending the divine service daily, and leading a holy life.

What remarkable things did Jesus do, during the four first days of this week?

After he had entered on Palm Sunday, amidst the greatest exultation of the people of Jerusalem, into the temple, and had been received by the children with that cry of joy, " Hosanna to the Son of David !" he cast out all them that sold and bought in the temple ; spent the day in preaching and healing the sick, and returned at evening, with his disciples, to Bethany (Matt. xi. 11), a village on Mount Olivet, about two miles from Jerusalem.


On the following three days, also, he went with the twelve to Jerusalem, teaching in the temple during the day, and spending the night on Mount Olivet. In his preaching on these days, he particularly endeavored to convince the Jewish priests, Doctors of the Law, and Pharisees, that he was the true Messiah (Matt. xxii. 42), and that in his death, which he predicted as certain, they would commit a great sin, and bring destruction upon themselves and the whole Jewish people ; which he gave them to understand, by the withering of the fig-tree under his curse, and by the prediction of the destruction of the city and temple of Jerusalem (Luke xxi.) Besides, he disputed with them, and confounded them so completely, both openly and by parables, that, out of anger and hatred, they with one mind determined to kill him (Matt, xxvi.)

To the accomplishment of their purpose, the impious Judas contributed the most ; for out of avarice he agreed with the high priests, for thirty pieces of silver, to betray and to deliver him into their hands on the next day; that is, Thursday. Thus far could Judas be led by avarice.

Combat, therefore, every passion, and particularly avarice, lest the like happen to you.

3.3.18

MÊS de S. JOSÉ



O mês de março é dedicado a São José. De acordo com os Evangelhos, S. José era o marido da Santíssima Virgem Maria e o pai adoptivo de Jesus. A Sagrada Escritura proclama-o como um "homem justo". O Papa Pio IX, no dia 8 de Dezembro de 1870, declarou o glorioso São José, Padroeiro da Igreja Católica.

O Papa Leão XIII, na sua encíclica Quamquam Pluries (1889), explica por que colocamos tanta confiança neste santo:
"Assim, ao dar a José a Santíssima Virgem como cônjuge, Deus nomeou-o não apenas companheiro para a vida, testemunha da sua virgindade e protector da sua honra, mas também, em virtude do pacto conjugal, participante da sua dignidade sublime E José brilha entre todos os homens pela mais augusta dignidade, pois, por vontade divina, ele era o guardião do Filho de Deus e reputado como Seu pai entre os homens. Por isso, o Verbo de Deus submeteu-se humildemente a José, obedecia-lhe e atribuiu-lhe aquela honra e respeito que as crianças são obrigadas a prestar aos pais. Daquela dupla dignidade derivou a obrigação que a natureza impõe ao chefes das famílias, de modo que José se tornou o guardião, o administrador e defensor legal da sagrada família cujo chefe era ele. E durante todo o curso de sua vida, ele cumpriu essas atribuições e esses deveres ... É, então, natural e digno do bem-aventurado S. José, que tutelou santamente a família de Nazaré, que abrace, proteja e cubra com o manto de seu patrocínio celestial a Igreja de Jesus Cristo".

S. Teresa de Ávila escreveu o seguinte sobre S. José:
"tomei por advogado e senhor o glorioso São José, encomendando-me muito a ele. Vi com clareza que esse pai e senhor meu me salvou, fazendo mais do que eu podia pedir, tanto dessa necessidade como de outras maiores, referentes à honra e à perda da alma. Não me lembro até hoje de ter-lhe suplicado algo que ele não tenha feito. Espantam-me muito os muitos favores que Deus me concedeu através desse bem-aventurado Santo, e os perigos, tanto do corpo como da alma, de que me livrou. Se a outros santos o Senhor parece ter concedido a graça de socorrer numa dada necessidade, a esse Santo glorioso, a minha experiência mostra que Deus permite socorrer em todas, querendo dar a entender, que São José, por ter-Lhe sido submisso na terra, na qualidade de pai adoptivo, tem no céu todos os seus pedidos atendidos."

Oração a S. José


Ó glorioso S. José, Pai e protector das Virgens, guarda fiel a quem Deus confiou Jesus, a própria inocência, e Maria Virgem das Virgens; em nome de Jesus e de Maria, este duplo tesouro que vos foi tão caro, vos suplico que me conserveis livre de toda a impureza, para que com alma pura e com corpo casto, sirva sempre, fielmente, a Jesus e a Maria. Amen.

Oração a S. José pela Igreja (Leão XIII):

A vós recorremos bem-aventurado São José,
nas nossas tribulações,
e depois de termos implorado
o auxílio da vossa Santíssima Esposa,
cheios de confiança,
solicitamos o vosso patrocínio.

Por esse laço sagrado de caridade
que vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus,
e pelo amor paternal que tivestes
para com o Menino-Jesus,
ardentemente suplicamos
que lanceis um olhar benigno
à herança que Jesus Cristo
conquistou como o seu sangue,
e nos assistais,
nas nossas necessidades,
com o vosso auxílio e poder.

Protegei,
ó guarda providente da Divina Família,
a raça escolhida de Jesus Cristo;
afastai para longe de nós,
ó Pai amantíssimo,
a peste do erro e do vício;
assisti-nos do alto do céu,
ó nosso fortíssimo sustentáculo,
na luta contra o poder das trevas;
e, assim com outrora salvastes da morte
a vida ameaçada do Menino-Jesus,
assim também defendei agora
a Santa Igreja de Deus
contra as ciladas dos seus inimigos
e contra toda a adversidade.

Amparai a cada um de nós,
com vosso constante patrocínio,
a fim de que o vosso exemplo
e sustentados com o vosso auxílio,
possamos viver santamente,
morrer piamente,
e obter no Céu a bem-aventurança eterna.

Ámen.

Ladaínha de S. José (Pio IX).

Catecismo - Aula 12: Os anjos


25.2.18

É possível cumprir todos os mandamentos de Deus e da Igreja ? / Is it possible to fulfil all the commandments of God and the Church ?

Sim, não obstante os homens dizerem que é impossível.

Mas não é essa afirmação imensamente imprudente, se não mesmo blasfema? Terá Deus, que tem um amor infinito, ou terá Igreja, a terna mãe dos fiéis, imposto mais do que nós conseguimos suportar? Não nos prometeu Ele sua assistência, com a qual podemos facilmente vencer o mundo? Terá Cristo mentido, ao dizer que seu jugo é suave e a sua carga leve? Não estaremos nós a acusar Deus de uma injustiça ao dizer que ele pede mais do que dá, e nos impõe o que não podemos realizar? Não estaremos nós desta forma a transformá-lo no autor do pecado - um pensamento que não podemos nem entreter, e muito menos expressar sem cairmos na blasfémia?

Além disso, não há muitos que cumpriram todos os mandamentos? Os patriarcas, profetas e inúmeras outras pessoas justas, que viveram sob a lei antiga, não cumpriram elas a Lei de Deus? Não cumpria os mandamentos aquele jovem que ficou triste quando Jesus falou com ele de uma perfeição superior - será que nem ele poderia dizer que desde a sua juventude tinha cumprido os mandamentos?

E quantos exemplos de observância perfeita dos mandamentos de Deus e da Igreja, o Novo Testamento não fornece, de entre pessoas de todas as profissões, idades e nações, em todas as condições possíveis e circunstâncias da vida! Não puderam todos estes cumprir os mandamentos?

Então, por que não nós? Não devemos nós confessar que, quando desobedecemos à Lei, tal se deve ao facto da nossa vontade se ter recusado a cooperar com a graça de Deus e a evitar as ocasiões de pecado? É a nós próprios, então que devemos culpar e não aos mandamentos.

Digamos, pois: "Eu, com a graça de Deus, e tão certo como Deus vive e as suas promessas são verdadeiras, posso fazer o que Ele ou a Igreja, em Seu Nome, ordena".
Yes, notwithstanding men say it is impossible.


For is not such language most imprudent, if not blasphemous? Has God, who is of infinite love, or has the Church, the tender mother of the faithful, imposed upon us more than we are able
to bear ? Has not he promised us his assistance, with which we can easily overcome the world ? Has Christ told us an untruth, in saying that his yoke was sweet and his burden light ? Do we not accuse God of injustice in saying that he asks from us more than he has given, and enjoins upon us what we are not able to perform? Should we not thus make him the author of sin — a thought which we cannot cherish, far less express without blasphemy ?


Besides, are there not many who have kept all the commandments. Have not the patriarchs, prophets, and innumerable other just persons under the old law, fulfilled the law of God ? Could not even that young man, who became sad when Jesus spoke to him of a higher perfection — could not even he say, that from his youth he had kept the commaiiaments ?


And how many examples of perfect observance of the commandments of God and of the Church, does not the New Testament furnish, from among people of all professions, ages, and nations, under all possible conditions and circumstances of life ! Could all these keep the law ?

Then why not we? Must we not confess, that when we have disobeyed the law, it has been because our will refused to cooperate with God's grace, and to avoid the occasions of sin? It is oursehes, then, that we must blame, and not the commandments.


Let us therefore say, "I, with the grace of God, and as surely as God lives, and as his promises are true, can do whatever He, or the Church, in His Name, commands."