5.6.06

O Código do Código Da Vinci: Portugal no centro do Código Da Vinci

Hoje o Destak oferece-nos a seguinte 'investigação jornalística':
"E se dentro do livro O Código Da Vinci estiver escondido um outro código? A pergunta serviu de ponto de partida para uma investigação [de um] jornalista português... Para ele, o nosso país é o porto do Graal... «O que me fez suspeitar de que havia algo foi um erro que encontrei na versão portuguesa»... «Depois do avião do bispo Aringorosa ter sobrevoado a costa portguesa, o livro refere que ele está sobre o Atlântico, quando de facto está por cima do Mediterrâneo. Mas este erro não está na versão original e pensei que a pista não tivesse significado». No entanto, olhando com um pouco mais de atenção, percebeu que estava no caminho certo. Isto porque, ao somar os números dos capítulos onde começa a viagem, onde volta a ser falada e onde termina - 5, 10 e 22 -,chegou ao capítulo 37. «É precisamente nele que surge pela primeira vez a palavra [sic] Santo Graal" (Destak, 05/06/2006, p. 4)
É só ficção, não é?

Ora, eu discordo desta interpretação. De acordo com a minha interpretação, os números dos capítulos - 5, 10 e 22 - representam claramente uma data: 5 de Outubro de 1922.

Nesta data, o Governo Britânico assinou um acordo com o Iraque estabelecendo desta forma uma aliança entre os dois Estados. Este acordo permitiu aos britânicos manterem uma presença forte no Iraque, mas aproximou o país da independência.

Parece-me claro que Dan Brown pretende comunicar aos seus díscipulos que o Opus Dei tem manobrado a situação iraquiana desde 1922 até à actualidade.

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