- Não sabíamos que o número de abortos realizados a nível nacional aumentaria dramaticamente.
- Não sabíamos que as promessas de que haveria menos maus tratos a crianças e menos filhos nascidos de relações extra-conjugais eram falsas.
- Não sabíamos que os abortos repetidos seriam tão frequentes.
- Não sabíamos que a vasta maioria dos abortos não aconteceria por violação, incesto ou preservação da vida da mãe mas por outras razões; ou que a maioria dos abortos seria realizada em mulheres solteiras.
- Não sabíamos o que era o trauma pós aborto nem os inúmeros riscos para a saúde física e mental associados ao aborto.
- Não sabíamos que os progressos da medicina permitiriam aos cirurgiões realizar cirurgias intra-uterinas em crianças ainda não nascidas.
- Não sabíamos que os progressos da visualização obstétrica resultariam na tecnologia de imagens ultrasónicas a três dimensões que nos permitiriam ver, face a face, crianças em gestação no útero materno.
- Não sabíamos que as duas mulheres citadas como reclamantes nos casos levados ao Supremo Tribunal dos EUA e que resultaram na legalização do aborto – Roe versus Wade e Doe versus Bolton – mais tarde se arrependeriam do seu envolvimento e pediriam que os seus processos decisivos fossem revertidos.
Assistindo a um acidente em câmara lenta (a.k.a. governo do sobrinho do Dr. Jorge Coelho). E também estou chateado com os idiotas úteis. E, já agora, pode não parecer, mas continuo servo inútil de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.
17.1.07
Consequências de 33 anos de aborto legalizado nos EUA
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5 comentários:
Gostei deste post e "roubei-o" para "O melhor dos blogues".
Faz mais assim!
Fantástico regresso! Já tinha saudades!
Obrigado pelas visitas.
Já agora, este texto não é da minha autoria. O link do título levar-vos-á aos autores legítimos.
Mesmo assim, extraordinária articulação de ideias. Parabéns pelo post, talvez o peça emprestado também para o Nebulado...
Vou tomar a liberdade de transcrever o artigo em http://vidadom.blogspot.com
Espero que não se importe
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