17.1.07

Consequências de 33 anos de aborto legalizado nos EUA

  • Não sabíamos que o número de abortos realizados a nível nacional aumentaria dramaticamente.

  • Não sabíamos que as promessas de que haveria menos maus tratos a crianças e menos filhos nascidos de relações extra-conjugais eram falsas.

  • Não sabíamos que os abortos repetidos seriam tão frequentes.

  • Não sabíamos que a vasta maioria dos abortos não aconteceria por violação, incesto ou preservação da vida da mãe mas por outras razões; ou que a maioria dos abortos seria realizada em mulheres solteiras.

  • Não sabíamos o que era o trauma pós aborto nem os inúmeros riscos para a saúde física e mental associados ao aborto.

  • Não sabíamos que os progressos da medicina permitiriam aos cirurgiões realizar cirurgias intra-uterinas em crianças ainda não nascidas.

  • Não sabíamos que os progressos da visualização obstétrica resultariam na tecnologia de imagens ultrasónicas a três dimensões que nos permitiriam ver, face a face, crianças em gestação no útero materno.

  • Não sabíamos que as duas mulheres citadas como reclamantes nos casos levados ao Supremo Tribunal dos EUA e que resultaram na legalização do aborto – Roe versus Wade e Doe versus Bolton – mais tarde se arrependeriam do seu envolvimento e pediriam que os seus processos decisivos fossem revertidos.
Agora, quase 43 milhões de abortos depois, já sabemos…

5 comentários:

O melhor dos blogues disse...

Gostei deste post e "roubei-o" para "O melhor dos blogues".
Faz mais assim!

ZMD disse...

Fantástico regresso! Já tinha saudades!

João P. Noronha disse...

Obrigado pelas visitas.

Já agora, este texto não é da minha autoria. O link do título levar-vos-á aos autores legítimos.

Pedro Daniel Almeida disse...

Mesmo assim, extraordinária articulação de ideias. Parabéns pelo post, talvez o peça emprestado também para o Nebulado...

P.A. disse...

Vou tomar a liberdade de transcrever o artigo em http://vidadom.blogspot.com

Espero que não se importe