16.7.09

MAIS PERIGOSO QUE A GRIPE SUÍNA: Novo surto de modernismo social

Com a publicação da nova encíclica assiste-se a um novo surto de modernismo social (*).

A Encíclica não é propriamente um 'menu' de onde se escolhe a posição mais saborosa do ponto de vista do nosso paladar ideológico. Também não é salada para ser temperada e salteada de acordo com as opiniões tendenciosas, arrogantes e ignorantes de qualquer um.

Sobretudo, não contém propriamente ensinamentos 'opcionais' para católicos 'praticantes', mesmo que sejam da laia do cabeça de lista do PSD nas últimas eleições europeias.

A Encíclica é doutrina da igreja, voz profética, convite à conversão. Quem tiver ouvidos para ouvir que ouça.


(*) O Papa Pio XI na Encíclica Ubi Arcano Dei Consilio (23/12/1922) ensina que:
"Many ... speak, write, and, what is more, act as if it were not necessary any longer to follow, or that they did not remain still in full force, the teachings and solemn pronouncements which may be found in so many documents of the Holy See, and particularly in those written by Leo XIII, Pius X, and Benedict XV [... on such questions as social authority, the right of owning private property, on the relations between capital and labor, on the rights of the laboring man, on the relations between Church and State, religion and country, on the relations between the different social classes, on international relations, on the rights of the Holy See and the prerogatives of the Roman Pontiff and the Episcopate, on the social rights of Jesus Christ, Who is the Creator, Redeemer, and Lord not only of individuals but of nations.]

There is a species of moral, legal, and social modernism which We condemn, no less decidedly than We condemn theological modernism.

1 comentário:

Orlando disse...

Está tudo muito bem, mas o Vaticano cedeu à globalização preconizada pela maçonaria. Contra factos não há argumentos.