A Federação Portuguesa pela Vida enviou aos partidos concorrentes às eleições europeias um
inquérito sobre as questões da vida e da família.
Os resultados deste inquérito encontram-se a circular por e-mail. No entanto, este resumo está incompleto, nomeadamente no que respeita à questão da 'liberdade de voto' dos deputados eleitos.
Consultadas as respostas completas, existe motivo para ter alguma esperança (embora não no MEP). Ao nível dos princípios, PSD, CDS e MPT parecem ter posições coincidentes com a agenda "mais vida, mais família". O MEP,
apesar de se ter escusado a responder, parece também, enquanto partido, ter posições similares.
No entanto, existem vários partidos que atribuem aos seus deputados a 'liberdade' de votar contra os princípios que o partido defende e que apresenta aos eleitores !
É, por exemplo,
o caso do PSD e do MEP (ver comentários ao post
aqui referido).
O MPT não responde à questão essencial da 'liberdade' de voto.
Resta
o CDS que, no papel, oferece todas as garantias. O CDS foi também o único partido do arco parlamentar que se portou bem no último referendo do aborto, para além de ter mantido na linha o Governo Santana Lopes no que a estas matérias diz respeito.
Mas o que é que por lá anda a fazer a Teresa Caeiro ?