19.5.10

Os frutos da tradição anlo-saxónica da 'liberdade'

Todas estas modas fracturantes têm a sua origem no país da (estátua da) liberdade: os Estados Unidos da América.

Os radicais esquerdistas que se escondem nesses antros que são as universidades e os 'think-tanks' americanos, devidamente financiados pelas poderosas fundações privadas americanas, desenvolvem as estratégias e os argumentos que são depois copiados pela pobre intelligentzia europeia.

Da mesma forma que comemos hamburgueres no Mcdonald's, adoptamos bovinamente as modas intelectuais que nos chegam dessa nova Paris que são os EUA.

Deixamos que eles nos digam como e o que pensar em troca de uma prosperidade artificial cuja fundamento é inevitavelmente - dizem-nos - a dita tradição anglo-sáxonica da 'liberdade'.

Troca-se a nossa primogenitura Católica, por um prato de lentilhas fast food.

Mais não se poderia esperar de uma tradição que tem na sua árvore genealógica a reforma revolução protestante, o deísmo, a maçonaria,...

Creio que será útil recordar as palavras do Papa Leão XIII a propósito da forma como a Igreja se deve associar à dita tradição da 'liberdade':
"the Church amongst you, unopposed by the Constitution and government of your nation, fettered by no hostile legislation, protected against violence by the common laws and the impartiality of the tribunals, is free to live and act without hindrance. Yet, though all this is true, it would be very erroneous to draw the conclusion that in America is to be sought the type of the most desirable status of the Church, or that it would be universally lawful or expedient for State and Church to be, as in America, dissevered and divorced.

... The [Church] would bring forth more abundant fruits if, in addition to liberty, she enjoyed the favor of the laws and the patronage of the public authority."
Papa Leão XIII, Encíclica Longinqua Oceani, 1895

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