11.6.10

The Weber Thesis: Capitalism and its Myths of Origin

Criei um novo tag - "Modernismo Social" - onde agrupo todos os posts que de alguma maneira abordam as ideias e as intituições que, apesar dos protestos em contrário, defendem teorias políticas e económicas e políticas económicas contrárias à doutrina social da Igreja,

Anteriormente, e até agora, ao tratar da heresia do modernismo social, tinha-me dedicado, em particular, apenas à corrente libertarian: a de Thomas Woods, do Mises Institute, da Atlas foundation e do Liberty Fund. Em Portugal, a difusão destas ideias tem sido muito limitada e o principal divulgador é um blog: O Insurgente. (Actualmente, o debate à volta da proposta de substituição da Doutrina Social da Igreja pelo libertarianism rothbardiano restringe-se ao campo tradicionalista radical: Woods e a sua Latin Mass Magazine, por um lado, e Christopher Ferrara, Brian McCall, John Rao e o Remnant Newspaper, por outro. Ferrara vai mesmo publicar um livro sobre a matéria).

Tinha também já feito também algumas referências ao Acton Institute que, de alguma forma, se situa na fronteira entre a corrente acima referida e a corrente, mais influente e conhecida, de que trata o artigo que hoje cito no cabeçalho deste post.

Trata-se da corrente 'neoconservadora' (por falta de um melhor rótulo), que tem entre os seus principais autores Michael Novak e George Weigel e que, em Portugal, se estabeleceu no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, escola onde em anos recentes todos estes autores já tiveram oportunidade de pontificar. (A este propósito, recorde-se que George Weigel ainda recentemente se recusou explicitamente e por escrito a aceitar a totalidade da encíclica Caritas in Veritate.)

Os fundamentos de ambas as correntes - apesar dos desmentidos categóricos de parte-a-parte -, são comuns, tal como os seus financiadores.

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