Os bens do rico não tinham sido adquiridos fraudulentamente, nem ele era culpado da pobreza de Lázaro, ao menos diretamente: não se aproveitava da sua miséria para explorá-lo. Tem, no entanto, um marcado sentido da vida e dos bens: “banqueteava-se”. Vive para si, como se Deus não existisse. Esqueceu uma coisa que o Senhor recorda com muita freqüência: não somos donos dos bens materiais, mas administradores.
Este homem rico vive como lhe apetece na abundância; não está contra Deus nem oprime o pobre. Apenas está cego para as necessidades alheias. Leva a melhor existência que pode. Seu pecado? Não ter visto Lázaro, a quem poderia ter feito feliz com um pouco menos de egoísmo e um pouco mais de despreocupação pelas suas próprias coisas. Não utilizou os bens conforme o querer de Deus. Não soube compartilhar. “Não foi a pobreza – comenta Santo Agostinho – que conduziu Lázaro ao céu, mas a sua humildade; nem foram as riquezas que impediram o rico de entrar no descanso eterno, mas o seu egoísmo e a sua infidelidade”.
O egoísmo, que muitas vezes se concretiza na ânsia de usufruir sem medida dos bens materiais, leva a tratar as pessoas como coisas; como coisas sem valor. Pensemos hoje que todos temos ao nosso redor pessoas necessitadas, como Lázaro. E não esqueçamos que os bens que recebemos para administrar generosamente são também o afeto, a amizade, a compreensão, a cordialidade, as palavras de ânimo..."
26.9.10
Ricos sempre os tereis entre vós
Comentário Parábola do homem rico e do pobre Lázaro:
Amor, com A maiúsculo
Bento XVI, 26/09/2010:
"No Evangelho deste Domingo (Lc 16, 19-31) Jesus narra a parábola do homem rico e do pobre Lázaro.
O primeiro vive no luxo e no egoísmo, e quando morre acaba no inferno. Pelo contrário o pobre, que sobrevive com os restos da mesa do rico, ao morrer é levado pelos anjos à eterna morada de Deus e dos santos.
Esta parábola diz-nos duas coisas: primeira, que Deus ama os pobres e os ergue da sua humilhação; segundo, que o nosso destino eterno está condicionado pelo nosso comportamento. Toca a nós seguir o caminho que Deus nos mostrou para chegar à vida: o amor, não entendido como sentimento, mas como serviço aos outros, na caridade de Cristo”.
Por feliz coincidência – observou o Papa – nesta segunda-feira, 27 de Setembro, celebra-se a memória litúrgica de São Vicente de Paulo, patrono das organizações caritativas católicas, falecido há 350 anos. “Na França do século XVII, ele tocou com a mão precisamente o forte contraste entre os mais ricos e os mais pobres. Como padre, teve ocasião de frequentar tanto os meios aristocráticos, como as zonas do campo e mesmo os tugúrios de miséria de Paris.
“Impulsionado pelo amor de Cristo, Vicente de Paulo soube organizar formas estáveis de serviço às pessoas marginalizadas, dando vida às chamadas Charitées – as Caridades, isto é, grupos de mulheres que colocavam o seu tempo e os seus bens à disposição dos mais indigentes”.
De entre estas voluntárias (lembrou ainda o Papa), algumas optaram por consagrar-se totalmente a Deus e aos pobres. Foi assim que, com santa Luísa de Marillac, são Vicente fundou as “Filhas da Caridade”, primeira congregação feminina a viver a consagração “no mundo”, no meio das pessoas, com os doentes e os necessitados.
“Caros amigos, só o Amor, com A maiúsculo, dá a verdadeira felicidade! Demonstra-o também uma outra testemunha, uma jovem que ontem foi proclamada Beata aqui em Roma. Falo de Chiara Badano, uma rapariga italiana nascida em 1971, que uma doença levou à morte com pouco menos de 19 anos, mas que foi para todos como que um raio de luz, como diz o seu apelido “Chiara Luce” (Clara Luz)”...
“Demos graças a Deus, porque o seu amor é mais forte do que o mal e a morte. E agradeçamos à Virgem Maria, que conduz os jovens, mesmo através das dificuldades e sofrimentos, a enamorarem-se de Jesus e a descobrirem a beleza da vida”.
24.9.10
No princípio não era assim ... (e no futuro também não é inevitável que assim seja)
"No nosso tempo, infelizmente, a organização do trabalho - que é planeado e implementado em função da concorrência de mercado e da maximinzação dos lucros -, e o conceito de descanso enquanto tempo para evasão e consumo, contribuem para a ruptura das famílias e das comunidades, e para a generalização de um estilo de vida individualista.
É portanto necessário reflectir sobre e comprometermo-nos na reconciliação das exigências do trabalho e da família, e recuperar o verdadeiro significado do descanso, especialmente aos Domingos, a Páscoa semanal, o dia do Senhor e o dia do homem, o dia da família, da comunidade e da solidariedade"
Bento XVI
24/09/2010
É portanto necessário reflectir sobre e comprometermo-nos na reconciliação das exigências do trabalho e da família, e recuperar o verdadeiro significado do descanso, especialmente aos Domingos, a Páscoa semanal, o dia do Senhor e o dia do homem, o dia da família, da comunidade e da solidariedade"
Bento XVI
24/09/2010
22.9.10
"... visitar o doente é visitar Cristo, servir a quem sofre é servir o próprio Cristo nos membros enfermos do seu Corpo Místico. Que alegria podermos ouvir um dia dos lábios do Senhor: Vinde, benditos de meu Pai, porque estive enfermo e me visitastes...! Ajudastes‑me a enfrentar aquela doença, o cansaço, a solidão, o desamparo...
“Criança – Doente. – Ao escrever estas palavras, não sentis a tentação de as pôr com maiúsculas?
“É que, para uma alma enamorada, as crianças e os doentes são Ele".
“Criança – Doente. – Ao escrever estas palavras, não sentis a tentação de as pôr com maiúsculas?
“É que, para uma alma enamorada, as crianças e os doentes são Ele".
A escola católica
"In your Catholic schools, there is always a bigger picture over and above the individual subjects you study, the different skills you learn. All the work you do is placed in the context of growing in friendship with God, and all that flows from that friendship. So you learn not just to be good students, but good citizens, good people.
... A good school provides a rounded education for the whole person. And a good Catholic school, over and above this, should help all its students to become saints".
Bento XVI
Chapel and Sports Arena of St Mary’s University College
Twickenham (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
... A good school provides a rounded education for the whole person. And a good Catholic school, over and above this, should help all its students to become saints".
Bento XVI
Chapel and Sports Arena of St Mary’s University College
Twickenham (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
21.9.10
"Estou convencido que ... existem muitas áreas nas quais a Igreja e as autoridades públicas podem trabalhar em conjunto para o bem dos cidadãos ... Para que essa cooperação seja possível, as instituições religiosas ... necessitam de ser livres para agir de acordo com os seus próprios princípios e convicções específicas baseadas na fé e no magistério oficial da Igreja. Desta forma, direitos básicos como a liberdade religiosa, a liberdade de consciência e a liberdade de associação são garantidas."
Bento XVI
Westminster Hall - City of Westminster
Friday, 17 September 2010
Bento XVI
Westminster Hall - City of Westminster
Friday, 17 September 2010
Inclusivitas in veritas
"Fiéis à vontade do Senhor... nós reconhecemos que a Igreja é chamada a ser inclusiva, mas nunca em prejuízo da verdade cristã."
Bento XVI
Lambeth Palace (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
Bento XVI
Lambeth Palace (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
20.9.10
Too big to fail
"... o mundo testemunhou os vastos recursos que os governos conseguem mobilizar para salvar as instituições financeiras que são "demasiados grandes para falir". Com certeza que o desenvolvimento humano integral não é menos importante: aqui está um empreendimento, merecedor da atenção do mundo, e que é verdadeiramente "demasiado grande para falhar".
Bento XVI
Westminster Hall - City of Westminster
Friday, 17 September 2010
Bento XVI
Westminster Hall - City of Westminster
Friday, 17 September 2010
Se conduzir não beba
"... uma perspectiva científica torna-se perigosamente estreita se ignora a dimensão ética e religiosa da vida, da mesma forma que a religião se torna estreita se rejeita as contribuições legítimas da ciência para o nosso conhecimento do mundo. Nós precisamos de bons historiadores, filósofos e economistas, mas se a descrição que nos dão da vida humana dentro da sua disciplina particular é demasiado estreita, podem conduzir-nos por caminhos errados."
Bento XVI
Chapel and Sports Arena of St Mary’s University College
Twickenham (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
Bento XVI
Chapel and Sports Arena of St Mary’s University College
Twickenham (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
19.9.10
O fundamento ético das escolhas políticas
"Se os princípios morais que fundamentam o processo democrático são eles próprios determinados por nada mais sólido que o consenso social, então a fragilidade do processo torna-se por demais evidente - aqu jaz o verdadeiro desafio par a democracia.
A desadequação das soluções pragmáticas e de curto-prazo para os problemas sociais e éticos complexos foi ilustrada de forma clara pela recente crise financeira global. Existe um consenso alargado sobre o facto de que a falta de fundamentos éticos sólidos para a actividade económica contribuiu para as graves dificuldades agora experimentadas por milhões de pessoas por todo o mundo.
Da mesma forma que "toda a decisão económica tem uma consequêcia moral" (Caritas in Veritate, 37), também no campo político a dimensão ética das políticas tem consequências profundas que nenhum governo se pode dar ao luxo de ignorar...
A questão central é, então, a seguinte: onde deve ser encontrado o fundamento ético das escolhas políticas? A tradição Católica mantém que as normas objectivas que governam a acção são acessíveis à razão, prescindido do conteúdo da revelação. De acordo com este entendimento, o papel da religião no debate político não é tanto fornecer essas normas, como se estas não pudessem ser conhecidas pelos não crentes - e ainda menos propor soluções concretas, o que ficaria para além das competências da revelação – mas antes ajudar a purificar e iluminar a aplicação da razão à descoberta dos princípios morais objectivos....
Sem a correcção fornecida pela religião, a razão torna-se presa de distorções, como quando é manipulada pela ideologia, ou aplicada de uma forma parcial que não leva em conta de forma plena a dignidade da pessoa humana. Esta má utilização da razão foi, aliás, o que deu origem ao comércio de escravos ... e a muitos outros males sociais, os menores dos quais não foram as ideologias totalitárias do séc. XX.
... o mundo da racionalidade secular e o mundo da crença religiosa necessitam um do outro e não deveriam ter medo de entrar num profundo e constante diálogo, para o bem da nossa civilização."
Bento XVI
Westminster Hall - City of Westminster
Friday, 17 September 2010
A desadequação das soluções pragmáticas e de curto-prazo para os problemas sociais e éticos complexos foi ilustrada de forma clara pela recente crise financeira global. Existe um consenso alargado sobre o facto de que a falta de fundamentos éticos sólidos para a actividade económica contribuiu para as graves dificuldades agora experimentadas por milhões de pessoas por todo o mundo.
Da mesma forma que "toda a decisão económica tem uma consequêcia moral" (Caritas in Veritate, 37), também no campo político a dimensão ética das políticas tem consequências profundas que nenhum governo se pode dar ao luxo de ignorar...
A questão central é, então, a seguinte: onde deve ser encontrado o fundamento ético das escolhas políticas? A tradição Católica mantém que as normas objectivas que governam a acção são acessíveis à razão, prescindido do conteúdo da revelação. De acordo com este entendimento, o papel da religião no debate político não é tanto fornecer essas normas, como se estas não pudessem ser conhecidas pelos não crentes - e ainda menos propor soluções concretas, o que ficaria para além das competências da revelação – mas antes ajudar a purificar e iluminar a aplicação da razão à descoberta dos princípios morais objectivos....
Sem a correcção fornecida pela religião, a razão torna-se presa de distorções, como quando é manipulada pela ideologia, ou aplicada de uma forma parcial que não leva em conta de forma plena a dignidade da pessoa humana. Esta má utilização da razão foi, aliás, o que deu origem ao comércio de escravos ... e a muitos outros males sociais, os menores dos quais não foram as ideologias totalitárias do séc. XX.
... o mundo da racionalidade secular e o mundo da crença religiosa necessitam um do outro e não deveriam ter medo de entrar num profundo e constante diálogo, para o bem da nossa civilização."
Bento XVI
Westminster Hall - City of Westminster
Friday, 17 September 2010
18.9.10
Porquê e para quê existimos ? Porque razão existe algo em vez de nada ?
"[As ciências humanas e naturais] não conseguem reponder à questão fundamental porque operam a um nível completamente diferente. Não conseguem satisfazer os desejos mais profundos do coração humano, não conseguem explicar de forma completa a nossa origem e o nosso destino, porquê e para quê existimos, nem conseguem fornecer uma resposta exautiva à questão "Porque razão existe algo em vez de nada ?"
Bento XVI
Waldegrave Drawing Room
St Mary’s University College, Twickenham
(London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
Bento XVI
Waldegrave Drawing Room
St Mary’s University College, Twickenham
(London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
A chave da felicidade
"Aquilo que Deus quer acima de tudo para cada um de vós é a vossa santificação. Ele ama-vos muito mais do que aquilo que vocês imaginam, e Ele quer o melhor para vós. E, de longe, o melhor para vós é crescer na santidade.
... Ter dinheiro torna possível ser generoso e fazer algum bem ao mundo, mas por si próprio não é o suficiente para nos fazer felizes. Ser altamente competente nalguma actividade ou profissão é bom, mas não nos satisfará se o nosso objectivo não for algo ainda maior. Pode tornar-nos famosos, mas não nos fará felizes. A felicidade é algo que todos nós queremos, mas uma das grandes tragédias deste mundo é que muitos nunca a encontram porque a procuram nos locais errados.
A chave da felicidade é muito simples - a verdadeira felicidade encontra-se em Deus. Temos de ter a coragem de colocar a nossa esperança mais profunda em Deus, e não no dinheiro, na carreira, no sucesso mundano ou nas relações com os outros, mas em Deus. Apenas Ele poderá satisfazer as mais profundas necessidades do nosso coração.
... no momento em que se entra numa amizade com Deus, tudo na nossa vida começa a mudar. À medida que o conheceres melhor descobres que queres reflectir a sua infinita bondade na tua própria vida. És atraído pela prática da virtude. Começas a ver a avareza e o egoísmo e todos os outros pecados como eles realmente são, tendências destrutivas e perigosas que causam profundo sofrimento e grandes estragos e queres evitar cair nessa armadilha. Começas a sentir compaixão pelas pessoas em dificuldades e ficas desejoso de fazer alguma coisa para as ajudar... E quando essas coisas começam a ser importantes para ti, estás a caminho de te tornar santo."
Bento XVI
Chapel and Sports Arena of St Mary’s University College
Twickenham (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
... Ter dinheiro torna possível ser generoso e fazer algum bem ao mundo, mas por si próprio não é o suficiente para nos fazer felizes. Ser altamente competente nalguma actividade ou profissão é bom, mas não nos satisfará se o nosso objectivo não for algo ainda maior. Pode tornar-nos famosos, mas não nos fará felizes. A felicidade é algo que todos nós queremos, mas uma das grandes tragédias deste mundo é que muitos nunca a encontram porque a procuram nos locais errados.
A chave da felicidade é muito simples - a verdadeira felicidade encontra-se em Deus. Temos de ter a coragem de colocar a nossa esperança mais profunda em Deus, e não no dinheiro, na carreira, no sucesso mundano ou nas relações com os outros, mas em Deus. Apenas Ele poderá satisfazer as mais profundas necessidades do nosso coração.
... no momento em que se entra numa amizade com Deus, tudo na nossa vida começa a mudar. À medida que o conheceres melhor descobres que queres reflectir a sua infinita bondade na tua própria vida. És atraído pela prática da virtude. Começas a ver a avareza e o egoísmo e todos os outros pecados como eles realmente são, tendências destrutivas e perigosas que causam profundo sofrimento e grandes estragos e queres evitar cair nessa armadilha. Começas a sentir compaixão pelas pessoas em dificuldades e ficas desejoso de fazer alguma coisa para as ajudar... E quando essas coisas começam a ser importantes para ti, estás a caminho de te tornar santo."
Bento XVI
Chapel and Sports Arena of St Mary’s University College
Twickenham (London Borough of Richmond)
Friday, 17 September 2010
17.9.10
DIA 296
S. Roberto Belarmino, Bispo e Doutor da Igreja : "a prosperidade e a adversidade, a riqueza e a pobreza, a saúde e a doença, a honra e a ignomínia, a vida e a morte, são coisas que, por si mesmas, nem se devem procurar nem evitar. Se contribuem para a glória de Deus e a tua felicidade eterna, são bens e devem ser desejados; se impedem essa glória e felicidade, são males e devem ser evitados."
Hoje celebra-se o 1.º aniversário do nascimento da Madalena !
É dia de acção de graças.
Do Evangelho da Missa de hoje:
Hoje celebra-se o 1.º aniversário do nascimento da Madalena !
É dia de acção de graças.
Do Evangelho da Missa de hoje:
"Jesus ia caminhando por cidades e aldeias, a pregar e a anunciar a boa nova do reino de Deus. Acompanhavam-n’O os Doze, bem como algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Eram Maria, chamada Madalena, ... Joana, ... Susana e muitas outras, que serviam Jesus e os discípulos com os seus bens."
Papa lidera revolta de escravos
"Existem muitas tentações colocadas diante de nós todos os dias - drogas, dinheiro, sexo, pornografia, alcool - que o mundo diz que vos trarão felicidade, e no entanto estas coisas são destrutivas e provocam divisão.
Existe apenas uma coisa que permanece: o amor pessoal de Jesus Cristo por cada um de vós. Procurai-O, conhecei-O e amai-O, e Ele libertar-vos-á da escravatura da existência feérica e superficial frequentemente proposta pela sociedade de hoje em dia. Ponde de lado tudo o que não tem valor e aprendei a vossa própria dignidade de filhos de Deus..."
Bento XVI
Bellahouston Park - Glasgow
Thursday, 16 September 2010
Existe apenas uma coisa que permanece: o amor pessoal de Jesus Cristo por cada um de vós. Procurai-O, conhecei-O e amai-O, e Ele libertar-vos-á da escravatura da existência feérica e superficial frequentemente proposta pela sociedade de hoje em dia. Ponde de lado tudo o que não tem valor e aprendei a vossa própria dignidade de filhos de Deus..."
Bento XVI
Bellahouston Park - Glasgow
Thursday, 16 September 2010
16.9.10
Se os homens fosses anjos ... ou super-homens ...
"... a sociedade actual necessita de vozes claras que proponham o nosso direito a viver - não numa selva de liberdades auto-destrutivas e arbitrárias -, mas sim numa sociedade que trabalha para o verdadeiro bem dos seus cidadãos e lhes oferece orientações e protecção em caso de fraqueza ou fragilidade..."
Bento XVI
Bellahouston Park - Glasgow
Thursday, 16 September 2010
Bento XVI
Bellahouston Park - Glasgow
Thursday, 16 September 2010
Os ateus não acreditam no homem
"A evangelização da cultura é ainda mais importante nos nossos tempos, nos quais a 'ditadura do relativismo' ameaça obscurecer a inalterável verdade sobre a natureza do homem, sobre o seu destino e sobre o seu fim último.
Existem alguns que procuram excluir a crença religiosa do discurso público, procuram privatizá-la ou mesmo pintá-la como uma ameaça para a igualdade e para a liberdade. E no entanto a religião é de facto uma garantia da autêntica liberdade e do respeito mútuo, levando-nos a olhar para cada pessoa como irmão ou irmã...."
Bento XVI
Bellahouston Park - Glasgow
Thursday, 16 September 2010
Existem alguns que procuram excluir a crença religiosa do discurso público, procuram privatizá-la ou mesmo pintá-la como uma ameaça para a igualdade e para a liberdade. E no entanto a religião é de facto uma garantia da autêntica liberdade e do respeito mútuo, levando-nos a olhar para cada pessoa como irmão ou irmã...."
Bento XVI
Bellahouston Park - Glasgow
Thursday, 16 September 2010
Raíz em forma de cruz
"O Reino Unido procura ser um sociedade moderna e multicultural.
Que neste desafiante empreendimento possa sempre manter o respeito pelos valores e expressões culturais tradicionais que as mais agressivas formas de secularismo já não valorizam ou mesmo toleram. Que estas não obscureçam o fudamento Cristão que subjaz às suas liberdades..."
Bento XVI
Palace of Holyroodhouse - Edinburgh
Thursday, 16 September 2010
Que neste desafiante empreendimento possa sempre manter o respeito pelos valores e expressões culturais tradicionais que as mais agressivas formas de secularismo já não valorizam ou mesmo toleram. Que estas não obscureçam o fudamento Cristão que subjaz às suas liberdades..."
Bento XVI
Palace of Holyroodhouse - Edinburgh
Thursday, 16 September 2010
Lição de história: Os efeitos da ausência de Deus, da religião e da virtude na vida pública
"... recordamos como a Grã-Bretanha se opôs à tirania nazi que pretendia erradicar Deus da sociedade e que negava a nossa humanidade comum a muitos, especialmente aos judeus ... Recordo também a atitude do regime em relação aos pastores cristãos que proclamavam a verdade na caridade, se opunham aos nazis e que pagaram esta oposição com a sua vida.
... nunca nos esqueçamos como a exclusão de Deus, da religião e da virtude da vida pública leva no limite a uma visão truncada do homem e da sociedade e assim a uma 'visão redutora da pessoa e do seu destino'".
Bento XVI
Palace of Holyroodhouse - Edinburgh
Quinta-Feiria, 16 de Setembro de 2010
... nunca nos esqueçamos como a exclusão de Deus, da religião e da virtude da vida pública leva no limite a uma visão truncada do homem e da sociedade e assim a uma 'visão redutora da pessoa e do seu destino'".
Bento XVI
Palace of Holyroodhouse - Edinburgh
Quinta-Feiria, 16 de Setembro de 2010
14.9.10
Galleta de la fortuna
"... só a fé pode transformar o egoísmo em alegria e fazer re-estabelecer relações dignas com os outros e com Deus".
Bento XVI
12/09/2010
Bento XVI
12/09/2010
"No Evangelho de hoje Jesus narra as três "parábolas da misericórdia". Quando Ele fala do pastor que vai atrás da ovelha perdida, da mulher que procura a moeda perdida, do pai que vai ao encontro e abraça o filho pródigo, estas não são meras palavras. Elas constituem uma explicação do Seu próprio ser e da sua própria actividade. O pastor que encontra a ovelha perdida é o próprio Senhor que, com a Cruz, carrega com o homem pecador para o redimir.
Como é que nós não abrimos os nossos corações à certeza de que, apesar de pecadores, somos amados por Deus ? Ele nunca se cansa de vir ter connosco, Ele é sempre o primeiro a iniciar o caminho que nos separa dele ... A penitência é a medida da fé, graças à qual voltamos à Verdade."
Bento XVI
12/09/2010
Como é que nós não abrimos os nossos corações à certeza de que, apesar de pecadores, somos amados por Deus ? Ele nunca se cansa de vir ter connosco, Ele é sempre o primeiro a iniciar o caminho que nos separa dele ... A penitência é a medida da fé, graças à qual voltamos à Verdade."
Bento XVI
12/09/2010
O elixir da adolescência eterna tem efeitos secundários
"[É] nosso dever estudar em que medida estes métodos [da biotecnologia] podem ajudar o Homem, e em que medida envolvem a manipulação do homem, a violação da sua integridade e da sua dignidade. Não podemos rejeitar estes desenvolvimentos, mas devemos manter-nos altamente vigilantes.
Quando se começa a distinguir (e isto começa muitas vezes a fazer-se no seio das mães) entre uma vida que merece ser vivida e uma vida que não é merecedora da vida, então mais nenhuma fase da existência humana será poupada, particularmente a idade avançada e a doença."
Bento VXI
13/09/2010
Quando se começa a distinguir (e isto começa muitas vezes a fazer-se no seio das mães) entre uma vida que merece ser vivida e uma vida que não é merecedora da vida, então mais nenhuma fase da existência humana será poupada, particularmente a idade avançada e a doença."
Bento VXI
13/09/2010
13.9.10
Semeando ventos
"A Igreja olha com preocupação para as crescentes tentativas de eliminar o conceito cristão do casamente e da família da consciência da sociedade.
O casamento é a duradoura união de amor entre homem e mulher, que está sempre aberta à transmissão da vida humana. ...
... o sucesso dos casamentos dependende de todos nós e da cultura pessoal de cada cidadão. Desta forma, a Igreja não pode aprovar iniciativas legislativas que envolvam a re-avaliação de modelos alternativos de casamento e de vida familiar. Estes contribuem para enfraquecer os princípios de lei natural e, desta forma, para a relativização de toda a legislação e para a confusão sobre os valores".
Bento XVI
13/09/2010
O casamento é a duradoura união de amor entre homem e mulher, que está sempre aberta à transmissão da vida humana. ...
... o sucesso dos casamentos dependende de todos nós e da cultura pessoal de cada cidadão. Desta forma, a Igreja não pode aprovar iniciativas legislativas que envolvam a re-avaliação de modelos alternativos de casamento e de vida familiar. Estes contribuem para enfraquecer os princípios de lei natural e, desta forma, para a relativização de toda a legislação e para a confusão sobre os valores".
Bento XVI
13/09/2010
A difícil relação entre os media e a verdade ou os efeitos da concorrência nestes mercados
"... a construção de uma sociedade humana requere fidelidade à verdade... [Os meios de comunicações social] encontrando-se num ambiente de crescente concorrência entre si, sentem-se compelidos a chamar tanta atenção quanto possível. Por outro lado, em geral são os contrastes que fazem as notícias, mesmo que isso contrarie a verdade das mesmas. A questão torna-se ainda mais problemática quando existem autoridades que tomam posições públicas sobre essas notícias sem poderem verificar todos os aspectos de forma adequada.A inteção do governo federal [alemão] de analisar estas matérias é bem-vinda."
Bento XVI
13/09/2010
Bento XVI
13/09/2010
Sereis como deuses
"Se ... abandonarmos a fé num Deus pessoal. então um emerge um 'deus' alternativo, um deus que não sabe, não sente e não fala ... Se Deus não tiver a Sua própria vontada, então o bem e o mal acabam por ser indestinguíveis ... O Homem perde a energia moral e espiritual necessária para o integral desenvolvimento da pessoa. A actividade social é dominada de forma crescente pelo interesse privado ou pelos cálculos de poder em detrimento da sociedade"
Bento XVI
13/09/201
Bento XVI
13/09/201
9.9.10
COMMUNIQUE CONCERNING "KORAN BURNING DAY"
VATICAN CITY, 8 SEP 2010 (VIS) - The Pontifical Council for Inter-religious Dialogue today released an English-language communique describing its "great concern at the news of the proposed 'Koran Burning Day' on the occasion of the anniversary of the 11 September tragic terrorist attacks in 2001 which resulted in the loss of many innocent lives and considerable material damage.
"These deplorable acts of violence, in fact, cannot be counteracted by an outrageous and grave gesture against a book considered sacred by a religious community. Each religion, with its respective sacred books, places of worship and symbols, has the right to respect and protection. We are speaking about the respect to be accorded the dignity of the person who is an adherent of that religion and his/her free choice in religious matters.
"The reflection which necessarily should be fostered on the occasion of the remembrance of 11 September would be, first of all, to offer our deep sentiments of solidarity with those who were struck by these horrendous terrorist attacks. To this feeling of solidarity we join our prayers for them and their loved ones who lost their lives.
"Each religious leader and believer is also called to renew the firm condemnation of all forms of violence, in particular those committed in the name of religion. Pope John Paul II affirmed: 'Recourse to violence in the name of religious belief is a perversion of the very teachings of the major religions' (address to the new ambassador of Pakistan, 16 December 1999). His Holiness Pope Benedict XVI similarly expressed, 'violence as a response to offences can never be justified, for this type of response is incompatible with the sacred principles of religion' (address of His Holiness Benedict XVI, to the new ambassador of Morocco, 6 February 2006)".
"These deplorable acts of violence, in fact, cannot be counteracted by an outrageous and grave gesture against a book considered sacred by a religious community. Each religion, with its respective sacred books, places of worship and symbols, has the right to respect and protection. We are speaking about the respect to be accorded the dignity of the person who is an adherent of that religion and his/her free choice in religious matters.
"The reflection which necessarily should be fostered on the occasion of the remembrance of 11 September would be, first of all, to offer our deep sentiments of solidarity with those who were struck by these horrendous terrorist attacks. To this feeling of solidarity we join our prayers for them and their loved ones who lost their lives.
"Each religious leader and believer is also called to renew the firm condemnation of all forms of violence, in particular those committed in the name of religion. Pope John Paul II affirmed: 'Recourse to violence in the name of religious belief is a perversion of the very teachings of the major religions' (address to the new ambassador of Pakistan, 16 December 1999). His Holiness Pope Benedict XVI similarly expressed, 'violence as a response to offences can never be justified, for this type of response is incompatible with the sacred principles of religion' (address of His Holiness Benedict XVI, to the new ambassador of Morocco, 6 February 2006)".
8.9.10
Amor de Mãe
"Ahora, que la auténtica maternidad sufre tantos descalabros y es vilipendiada hasta extremos salvajes e impensables..., quiero hablar de mi madre… a sabiendas de que, en su ejemplo, está el auténtico sentido de la vida y la genuina verdad con la que Dios responde a tantas confusiones.
Y, aunque su rostro, su mirada y su corazón reflejen el modelo de la Virgen, hoy no sólo me refiero a la Santa Madre de Dios, sino también a aquella que me dio a luz en este mundo. Y sí, digo santa con todas las palabras… porque, si no fuera por su fe, sacrificio y esfuerzo incansables, esta historia que hoy reseño no sería más que los restos y las secuelas de una vida que, sinceramente, no valdría tanto la pena.
¿Quién sino ella, que se pone la última de la fila porque los demás son lo primero?, ¿quién sino ella para pasar las noches en vela cuando estamos enfermos o nos amenaza algún mal, sacrificando su presente y sus propios intereses entre el silencio de la noche, o esperando paciente entre las interminables horas de una sala de hospital?, ¿y quién sino ella, vivo ejemplo de una generosidad incansable en un mundo colmado de egoísmo? Y, todo, sin pedirnos absolutamente nada a cambio…
... ni un millón de palabras alcanzarían lo que una madre es capaz de hacer por un hijo. Quizá, en los momentos más sombríos de nuestra vida, no parecen suficientes nueve meses dentro de su vientre para descubrir, bajo la custodia de sus entrañas, que nuestra existencia en este mundo es fruto de un milagro que Dios, a través de ella, ha querido hacer realidad.
Ojalá siempre nos falten palabras para escribir, en el cuaderno de nuestras vidas, los sentimientos que nos regala una madre y la belleza de una maternidad vivida sin condiciones, sin horarios y sin barreras. Ojalá nunca sea suficiente nuestro amor hacia aquella que, sin dudarlo, nos regala cada día la vida.
Hoy, sólo sé decir gracias… gracias, de corazón, por ser la madre más maravillosa del mundo."
Y, aunque su rostro, su mirada y su corazón reflejen el modelo de la Virgen, hoy no sólo me refiero a la Santa Madre de Dios, sino también a aquella que me dio a luz en este mundo. Y sí, digo santa con todas las palabras… porque, si no fuera por su fe, sacrificio y esfuerzo incansables, esta historia que hoy reseño no sería más que los restos y las secuelas de una vida que, sinceramente, no valdría tanto la pena.
¿Quién sino ella, que se pone la última de la fila porque los demás son lo primero?, ¿quién sino ella para pasar las noches en vela cuando estamos enfermos o nos amenaza algún mal, sacrificando su presente y sus propios intereses entre el silencio de la noche, o esperando paciente entre las interminables horas de una sala de hospital?, ¿y quién sino ella, vivo ejemplo de una generosidad incansable en un mundo colmado de egoísmo? Y, todo, sin pedirnos absolutamente nada a cambio…
... ni un millón de palabras alcanzarían lo que una madre es capaz de hacer por un hijo. Quizá, en los momentos más sombríos de nuestra vida, no parecen suficientes nueve meses dentro de su vientre para descubrir, bajo la custodia de sus entrañas, que nuestra existencia en este mundo es fruto de un milagro que Dios, a través de ella, ha querido hacer realidad.
Ojalá siempre nos falten palabras para escribir, en el cuaderno de nuestras vidas, los sentimientos que nos regala una madre y la belleza de una maternidad vivida sin condiciones, sin horarios y sin barreras. Ojalá nunca sea suficiente nuestro amor hacia aquella que, sin dudarlo, nos regala cada día la vida.
Hoy, sólo sé decir gracias… gracias, de corazón, por ser la madre más maravillosa del mundo."
Natividade de Nossa Senhora (8 de Setembro)
"Quereis saber quão feliz, quão alto é e quão digno de ser festejado o Nascimento de Maria? Vede o para que nasceu. Nasceu para que dEla nascesse Deus. (...) Perguntai aos enfermos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Saúde; perguntai aos pobres, dirão que nasce para Senhora dos Remédios; perguntai aos desamparados, dirão que nasce para Senhora do Amparo; perguntai aos desconsolados, dirão que nasce para Senhora da Consolação; perguntai aos tristes, dirão que nasce para Senhora dos Prazeres; perguntai aos desesperados, dirão que nasce para Senhora da Esperança. Os cegos dirão que nasce para Senhora da Luz; os discordes, para Senhora da Paz; os desencaminhados, para Senhora da Guia; os cativos, para Senhora do Livramento; os cercados, para Senhora da Vitória. Dirão os pleiteantes que nasce para Senhora do Bom Despacho; os navegantes, para Senhora da Boa Viagem; os temerosos da sua fortuna, para Senhora do Bom Sucesso; os desconfiados da vida, para Senhora da Boa Morte; os pecadores todos, para Senhora da Graça; e todos os seus devotos, para Senhora da Glória. E se todas estas vozes se unirem em uma só voz, dirão que nasce para ser Maria e Mãe de Jesus".
Padre António Vieira
Sermão do Nascimento da Mãe de Deus
Padre António Vieira
Sermão do Nascimento da Mãe de Deus
6.9.10
Mensagem do Santo Padre para a Jornada Mundial da Juventude (versão Readers' Digest)
A mensagem do Santo Padre para a Jornada Mundial da Juventude é excelente e tem como público-alvo os jovens dos 7 aos 77.
Se retirarmos todas os apontamentos biográficos, a beleza, a poesia e a maioria das citações das Sagradas Escrituras, o resultado seria mais ou menos assim:
Se retirarmos todas os apontamentos biográficos, a beleza, a poesia e a maioria das citações das Sagradas Escrituras, o resultado seria mais ou menos assim:
"... en un momento en que Europa tiene que volver a encontrar sus raíces cristianas, hemos fijado nuestro encuentro en Madrid, con el lema: «Arraigados y edificados en Cristo, firmes en la fe» (cf. Col 2, 7).
1. En las fuentes de vuestras aspiraciones más grandes
... el hombre en verdad está creado para lo que es grande, para el infinito. Cualquier otra cosa es insuficiente. ... El deseo de la vida más grande es un signo de que Él nos ha creado... Dios es vida, y cada criatura tiende a la vida; en un modo único y especial, la persona humana, hecha a imagen de Dios, aspira al amor, a la alegría y a la paz.
Entonces comprendemos que es un contrasentido pretender eliminar a Dios para que el hombre viva. Dios es la fuente de la vida; eliminarlo equivale a separarse de esta fuente e, inevitablemente, privarse de la plenitud y la alegría...
... Por este motivo, queridos amigos, os invito a intensificar vuestro camino de fe en Dios, Padre de nuestro Señor Jesucristo. ... Como escribía el apóstol Pablo a los cristianos de la ciudad de Colosas, es vital tener raíces y bases sólidas…
2. Arraigados y edificados en Cristo
... Sin las raíces, sería llevado por el viento, y moriría. ¿Cuáles son nuestras raíces? Naturalmente, los padres, la familia y la cultura de nuestro país son un componente muy importante de nuestra identidad. La Biblia nos muestra otra más... poner su confianza en Dios. De Él viene nuestra vida; sin Él no podríamos vivir de verdad. ...
Jesús mismo se presenta como nuestra vida (cf. Jn 14, 6). Por ello, la fe cristiana no es sólo creer en la verdad, sino sobre todo una relación personal con Jesucristo. El encuentro con el Hijo de Dios proporciona un dinamismo nuevo a toda la existencia...
...Mediante la fe, estamos arraigados en Cristo (cf. Col 2, 7), así como una casa está construida sobre los cimientos.... Estar arraigados en Cristo significa responder concretamente a la llamada de Dios, fiándose de Él y poniendo en práctica su Palabra...
… Sólo la Palabra de Dios nos muestra la auténtica senda, sólo la fe que nos ha sido transmitida es la luz que ilumina el camino. ...Apoyaos... en la fe de vuestros seres queridos, en la fe de la Iglesia, y agradeced al Señor el haberla recibido y haberla hecho vuestra.
3. Firmes en la fe
... hay una fuerte corriente de pensamiento laicista que quiere apartar a Dios de la vida de las personas y la sociedad, planteando e intentando crear un “paraíso” sin Él. Pero la experiencia enseña que el mundo sin Dios se convierte en un “infierno”, donde prevalece el egoísmo, las divisiones en las familias, el odio entre las personas y los pueblos, la falta de amor, alegría y esperanza. En cambio, cuando las personas y los pueblos acogen la presencia de Dios, le adoran en verdad y escuchan su voz, se construye concretamente la civilización del amor, donde cada uno es respetado en su dignidad y crece la comunión, con los frutos que esto conlleva...
El apóstol Pablo recuerda a los hermanos, contagiados por las ideas contrarias al Evangelio, el poder de Cristo muerto y resucitado. Este misterio es el fundamento de nuestra vida, el centro de la fe cristiana. ...Creemos firmemente que Jesucristo se entregó en la Cruz para ofrecernos su amor; en su pasión, soportó nuestros sufrimientos, cargó con nuestros pecados, nos consiguió el perdón y nos reconcilió con Dios Padre, abriéndonos el camino de la vida eterna. De este modo, hemos sido liberados de lo que más atenaza nuestra vida: la esclavitud del pecado, y podemos amar a todos, incluso a los enemigos, y compartir este amor con los hermanos más pobres y en dificultad.
Queridos amigos, la cruz a menudo nos da miedo, porque parece ser la negación de la vida. En realidad, es lo contrario. Es el “sí” de Dios al hombre, la expresión máxima de su amor y la fuente de donde mana la vida eterna. ...Por eso, quiero invitaros a acoger la cruz de Jesús, signo del amor de Dios, como fuente de vida nueva. Sin Cristo, muerto y resucitado, no hay salvación. Sólo Él puede liberar al mundo del mal y hacer crecer el Reino de la justicia, la paz y el amor, al que todos aspiramos.
4. Creer en Jesucristo sin verlo
... También nosotros quisiéramos poder ver a Jesús, poder hablar con Él, sentir más intensamente aún su presencia. … En los Sacramentos, Él se nos acerca en modo particular, se nos entrega. Queridos jóvenes, aprended a “ver”, a “encontrar” a Jesús en la Eucaristía, donde está presente y cercano hasta entregarse como alimento para nuestro camino; en el Sacramento de la Penitencia, donde el Señor manifiesta su misericordia ofreciéndonos siempre su perdón. Reconoced y servid a Jesús también en los pobres y enfermos, en los hermanos que están en dificultad y necesitan ayuda.
Entablad y cultivad un diálogo personal con Jesucristo, en la fe. Conocedle mediante la lectura de los Evangelios y del Catecismo de la Iglesia Católica; hablad con Él en la oración, confiad en Él. Nunca os traicionará... Así podréis adquirir una fe madura, sólida, que no se funda únicamente en un sentimiento religioso o en un vago recuerdo del catecismo de vuestra infancia. Podréis conocer a Dios y vivir auténticamente de Él, como el apóstol Tomás, cuando profesó abiertamente su fe en Jesús: «¡Señor mío y Dios mío!».
5. Sostenidos por la fe de la Iglesia, para ser testigos
En aquel momento Jesús exclama: «¿Porque me has visto has creído? Dichosos los que crean sin haber visto» (Jn 20, 29). Pensaba en el camino de la Iglesia, fundada sobre la fe de los testigos oculares: los Apóstoles. Comprendemos ahora que nuestra fe personal en Cristo, nacida del diálogo con Él, está vinculada a la fe de la Iglesia: no somos creyentes aislados, sino que, mediante el Bautismo, somos miembros de esta gran familia, y es la fe profesada por la Iglesia la que asegura nuestra fe personal. El Credo que proclamamos cada domingo en la Eucaristía nos protege precisamente del peligro de creer en un Dios que no es el que Jesús nos ha revelado... Agradezcamos siempre al Señor el don de la Iglesia; ella nos hace progresar con seguridad en la fe, que nos da la verdadera vida (cf. Jn 20, 31).
... en la fe han encontrado la fuerza para vencer las propias debilidades y superar toda adversidad. De hecho, como dice el apóstol Juan: «¿quién es el que vence al mundo sino el que cree que Jesús es el Hijo de Dios?» (1 Jn 5, 5). La victoria que nace de la fe es la del amor. ... La caridad que brota de la fe les ha llevado a dar un testimonio muy concreto, con la palabra y las obras. Cristo no es un bien sólo para nosotros mismos, sino que es el bien más precioso que tenemos que compartir con los demás. En la era de la globalización, sed testigos de la esperanza cristiana en el mundo entero: son muchos los que desean recibir esta esperanza. ... vosotros, si creéis, si sabéis vivir y dar cada día testimonio de vuestra fe, seréis un instrumento que ayudará a otros jóvenes como vosotros a encontrar el sentido y la alegría de la vida, que nace del encuentro con Cristo."
5.9.10
Bento XVI sobre Leão XIII e a Rerum Novarum
"Numa época de amargo anti-clericalismo e de acesas manifestações contra o Papa, Leão XIII soube conduzir e apoiar os católcos num caminho de participação construtiva, rica de conteúdo, firme nos princípios e aberta. Após a Rerum Novarum ocorreu na Itália e outros países, uma verdadeira explosão de iniciativas: associações, bancos rurais e para artesãos, jornais... Um Papa muito velho, mas sábio e previdente, introduziu assim no século XX, uma Igreja rejuvenescida, com a atitude certa para enfrentar novos desafios. O Papa era ainda política e fisicamente um prisioneiro no Vaticano, mas, na realidade, com o seu Magistério, representava uma Igreja capaz de resolver as complexas questões da vida contemporânea.
... A Eucaristia que celebramos, o sacramento do amor, lembra-nos o essencial: o amor, o amor de Cristo que renova o homem e o mundo; isto é o essencial, e vemo-lo bem.. na expressões de São Paulo na sua Carta a Filémon. Nesta breve nota sente-se totalmente a delicadeza e ao mesmo tempo o poder revolucionário do Evangelho, ... o estilo sóbrio e irresistível da caridade do amor que, como escrevi na minha Encíclica social, Caritas in veritate , é "o principal força motriz do verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e de toda a humanidade ". Com alegria e carinho, por isso deixo o antigo e sempre novo mandamento: que vos ameis uns aos outros como Cristo nos amou, e esse amor será sal e luz do mundo. Assim sereis fiéis à venerável herança ... do Papa Leão XIII . E assim seja em toda a Igreja! Amen."
Bento XVI
05/09/2010
... A Eucaristia que celebramos, o sacramento do amor, lembra-nos o essencial: o amor, o amor de Cristo que renova o homem e o mundo; isto é o essencial, e vemo-lo bem.. na expressões de São Paulo na sua Carta a Filémon. Nesta breve nota sente-se totalmente a delicadeza e ao mesmo tempo o poder revolucionário do Evangelho, ... o estilo sóbrio e irresistível da caridade do amor que, como escrevi na minha Encíclica social, Caritas in veritate , é "o principal força motriz do verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e de toda a humanidade ". Com alegria e carinho, por isso deixo o antigo e sempre novo mandamento: que vos ameis uns aos outros como Cristo nos amou, e esse amor será sal e luz do mundo. Assim sereis fiéis à venerável herança ... do Papa Leão XIII . E assim seja em toda a Igreja! Amen."
Bento XVI
05/09/2010
2.9.10
Dies Dominicus
Catecismo n.ºs 2177-2188:
DIA DE GRAÇA E DE CESSAÇÃO DO TRABALHO
2184. Tal como Deus «repousou no sétimo dia, depois de todo o trabalho que realizara» (Gn 2, 2), assim a vida humana é ritmada pelo trabalho e pelo repouso. A instituição do Dia do Senhor contribui para que todos gozem do tempo de descanso e lazer suficiente, que lhes permita cultivar a vida familiar, cultural, social e religiosa.
2185. Aos domingos e outros dias festivos de preceito, os fiéis abstenham-se de trabalhos e negócios que impeçam o culto devido a Deus, a alegria própria do Dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia ou o devido repouso do espírito e do corpo. As necessidades familiares ou uma grande utilidade social constituem justificações legítimas em relação ao preceito do descanso dominical. Mas os fiéis estarão atentos a que legítimas desculpas não introduzam hábitos prejudiciais à religião, à vida de família e à saúde.
2186. ... O domingo é tradicionalmente consagrado, pela piedade cristã, às boas obras e aos serviços humildes dos doentes, enfermos e pessoas de idade. Os cristãos também santificarão o domingo prestando à sua família e vizinhos tempo e cuidados difíceis de prestar nos outros dias da semana. O domingo é um tempo de reflexão, de silêncio, de cultura e de meditação, que favorecem o crescimento da vida interior e cristã.
2187. Santificar os domingos e festas de guarda exige um esforço comum. Todo o cristão deve evitar impor a outrem, sem necessidade, o que possa impedi-lo de guardar o Dia do Senhor. Quando os costumes (desporto, restaurantes, etc.) e as obrigações sociais (serviços públicos, etc.) reclamam de alguns um trabalho dominical, cada um fica com a responsabilidade de um tempo suficiente de descanso. ... Não obstante as pressões de ordem económica, os poderes públicos preocupar-se-ão em assegurar aos cidadãos um tempo destinado ao repouso e ao culto divino. Os patrões têm obrigação análoga para com os seus empregados.
2188. No respeito pela liberdade religiosa e pelo bem comum de todos, os cristãos devem esforçar-se pelo reconhecimento dos domingos e dias santos da Igreja como dias feriados legais. Devem dar a todos o exemplo público de oração, respeito e alegria, e defender as suas tradições como uma contribuição preciosa para a vida espiritual da sociedade humana. Se a legislação do país ou outras razões obrigarem a trabalhar ao domingo, que este dia seja vivido, no entanto, como sendo o dia da nossa libertação, que nos faz participantes da «reunião festiva», da «assembleia de primogénitos inscritos nos céus» (Heb 12, 22-23).
1.9.10
Intenções do Santo Padre para o mês de Setembro
- Intenção Geral: Que nas regiões menos desenvolvidas do mundo o anúncio da Palavra de Deus renove o coração das pessoas, animando-as a serem protagonistas de um autêntico progresso social.
- Intenção Missionária: Que, abrindo o coração ao amor, se ponha fim a tantas guerras e conflitos que ensanguentam o mundo.
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