"As more women postpone motherhood into their 30s, even 40s, they're hitting that age-old constraint: the biological clock...O leitor típico desta notícia abana a cabeça em sinal de concordância à medida que avança pelo texto e a sua testa franzir-se-á apenas quando os seus olhos chegarem ao parágrafo que refere o preço destes "serviços": "Devia haver uma lei ..."
... By the time a woman hits her 40s, 90 percent of her eggs are abnormal. The chances of a typical 40-year-old getting pregnant in any given month? Ten percent. Unless, that is, she gets pregnant with her younger eggs — eggs she had FROZEN years before.
... Sally Montgomery ... says. "I'm single, I'm bouncing around, and I'd like the opportunity to have a family, so I just figured, 'Why not?' I don't think it's a guarantee, but it's a nice insurance policy, and I think it takes some of the pressure off."...
The whole process — a week of hormones, plus the procedure to collect the eggs — runs $12,000 to $14,000. And because it takes 10 to 20 eggs for a reasonable shot at success, some may need to do this several times. Plus, there are annual storage fees. Then, when you're ready to use your eggs, you'll need in vitro fertilization, another pricey procedure. All told, costs can easily exceed $40,000, money Montoro doesn't have.
"... most women that need to do this [are] career, successful, rich women"
Mas tudo isto é claramente contra natura para quem tenha a consiga ver por entre a propaganda e tenha tido a graça de ser catequisado na Verdade.
Como é possível que todas esta abominações sejam aceites com tanta naturalidade ?
O nevoeiro da propaganda cobre e quase sufoca os ditames da consciência e da Vontade de Deus para as nossas vidas.
Neste caso concreto, começa-se por menorizar e desprezar a Mãe de família e a dona de casa, elimina-se o salário familiar em nome da competividade e empurra-se assim a mulher para o mercado do trabalho. No mundo do trabalho os valores são subtilmente distorcidos: a vocação é transformada em "carreira", o sustento da família (que agora já não existe) e o espírito de serviço são transformados em procura da riqueza e a felicidade dá lugar ao sucesso.
Quando a natureza começa a surgir por entre as fendas deste artifício sob a forma do "biological clock" de que fala a notícia, dá-se mais um passo: o filho deixa de ser um Dom de Deus e passa a ser um bem de consumo e um símbolo de status; uma necessidade que é passível de ser satisfeita de forma lucrativa.
Agora vejamos: quem beneficia da duplicação da força de trabalho resultante da entrada da Mulher no "mercado de trabalho" ? Quem beneficia da subalternização da família e dos filhos face à carreira profissional ? E quem beneficia da transformação das crianças em bens de consumo ?
Exactamente.
Mais: quem beneficia da eliminação das considerações éticas do seio da vida familiar, do mundo do trabalho e da economia e da procriação ? O inimigo.
É uma coligação quase invencível: a plutocracia e o seu Senhor. Quase ...
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