28.1.13

"Fifty shades of grey", bom; mortificação corporal, mau

Um romance pornográfico que encoraja algumas das piores tendências do ser humano - a utilização dos outros como objecto, o domínio sobre os outros, a auto-gratificação, a violência sexual - é recebido com grandes elogios - o acontecimento literário do ano -, e transforma-se em best-seller.

A mortificação corporal que nos ajuda a resistir à nossa tendência natural para a comodidade pessoal, que tantas vezes nos impede de responder à chamada cristã para amar a Deus e para servir ao próximo por amor de Deus, é violentamente criticada e considerada anti-natural.

"Fifty shades of grey" promove uma legião de pecados e, curiosamente, aproxima-se de algumas representações pictóricas do inferno e do castigo eterno.

A mortificação voluntariamente aceite une o cristão a Jesus Cristo e aos sofrimentos que Este voluntariamente aceitou para nos redimir do pecado.

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