8.4.15

St. Thomas Aquinas Vs. Team Bergoglio: the spiritual sense of holy writ and the unholy interpretations of "Team Bergoglio"

De quando em vez, alguns dos membros do Team Bergoglio começam a entoar em coro uma nova justificação para a revolução doutrinal em curso.

A mais recente ofensiva partiu de um suplente, o Cardeal Bráz de Avis, que numa entrevista afirmou:
"o Papa não pode jamais mudar o ensinamento de Jesus. Mas pode mudar a interpretação"
Ou seja, o que hoje é verdade amanhã é mentira e vice-versa, tudo dependendo da "interpretração" que der jeito ao Pontífice (progressista) que ocupar a Cátedra de S. Pedro o momento.

É um argumento muito fraquinho. Nem valeria a pena chamar o S. Tomás de Aquino para explicar o erro. Mas acontece que o Papa Francisco, numa das suas inúmeras entrevistas, manifestou grande admiração pelo tomismo - "A Igreja viveu tempos de genialidade, como, por exemplo, o do tomismo", afirmou o pontífice. Por isso, tavez valha a pena por o Santo a falar sobre a matéria:
"O autor das Sagradas Escrituras é Deus, que tem o pode de dar a entender o que pretende, não apenas por palavras (como faz o homem), mas através das próprias coisas... Desta forma, o primeiro significado, através do qual as palavras significam coisas, pertence ao primeiro sentido, o sentido histórico ou literal. Aquele significado através do qual as coisas signiifacdas pelas palavras tÊm elas prórpias uma signiifcado é chamado o sentido espiritual, que é baseado no literal, e o pressupõe...

A multiplicidade destes sentidos não produz equívocos nem qualquer outra multiplicidade, visto que estes sentidos não se multiplicam porque uma palavra tem vários significados, mas porque as coisas significadas pelas palavras podem ser elas próprias tipos de outras coisas. Desta forma, nas Sagradas Escrituras não existe confusão, porque todos os sentidos se fundam apenas num — o literal — o qual será a base de qualquer argumento, e não daqueles sentidos alegóricos, como diz Agostinho (Epis. 48). Contudo, nada da Sagrada Escritura perece por causa disto visto que não há nada que seja necessário para a Fé que esteja contido no sentido espiritual que não esteja também contido no sentido literal noutra parta das Escrituras
." [ST I, Q.1, 10]

Every now and then the members of "Team Bergoglio" start parroting a new line in defense of doctrinal revolution.


This time it was Cd. Bráz de Avis, one of "Team Bergolgio"'s waterboys, which stated that:
"the Pope can never change the teachings of Jesus. But he can change its interpretration"
So, what is true one day can become a lie in the next day, and vice-versa, depending on the "interpretation" of the (progressive) Pontiff that occupies St. Peter's chair at a given time.


It's a very weak proposition. It wouldn't even be necessary to call on St. Thomas Aquinas to expose the obvious underlying error. But it so happens that Pope Francis, in one of his many interviews, professed great admiration for Thomism - "The church has experienced times of brilliance, like that of Thomas Aquinas", stated the pontiff. So it might be useful to let the Saint's voice be heard without further comment:
"The author of Holy Writ is God, in whose power it is to signify His meaning, not by words only (as man also can do), but also by things themselves. ...Therefore that first signification whereby words signify things belongs to the first sense, the historical or literal. That signification whereby things signified by words have themselves also a signification is called the spiritual sense, which is based on the literal, and presupposes it...

The multiplicity of these senses does not produce equivocation or any other kind of multiplicity, seeing that these senses are not multiplied because one word signifies several things, but because the things signified by the words can be themselves types of other things. Thus in Holy Writ no confusion results, for all the senses are founded on one — the literal — from which alone can any argument be drawn, and not from those intended in allegory, as Augustine says (Epis. 48). Nevertheless, nothing of Holy Scripture perishes on account of this, since nothing necessary to faith is contained under the spiritual sense which is not elsewhere put forward by the Scripture in its literal sense." [ST I, Q.1, 10]

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